Treinamento com o QGIS! – Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura

12/09/2017  JY  Geotecnologias

Treinamento: Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura

Olá todos,

Vamos participar desse treinamento! É perfeito para quem trabalha  com o SIG na agricultura!

Tema:  Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura

O Treinamento: Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura, nas dependências da Faculdade de Ciências Agronômicas na Fazenda Experimental Lageado em Botucatu-SP, nos dias 18, 19 e 20 de setembro de 2017, das 19h15 às 22h15.

O evento é realizado em parceria com a FCA/Unesp, Fepaf e Fatec/Botucatu.

Programação Geral: Serão apresentados conceitos básicos relativos à Gestão Estratégica Territorial, SIG e Análises Geoespaciais. A partir de bases de dados do IBGE, serão apresentadas metodologias de classificação dos dados em ambiente SIG e também uma metodologia de análise da dinâmica espaço-temporal da agricultura, desenvolvida pela Embrapa Gestão Territorial.

Objetivo: Apresentar uma visão geral e exemplos de aplicações da análise espacial estratégica na agricultura, com atividades práticas.

Público-Alvo: Alunos de graduação dos cursos de Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Ciências Biológicas, Alunos dos Programas de Pós-Graduação em Agronomia e áreas correlatas. Profissionais relacionados a empresas de agricultura de precisão, ramo das geotecnologias e áreas correlatas.

Inscrições:

As inscrições do Treinamento podem ser feitas AQUI !

Vagas: 20

Estudante R$ 200,00
Profissional R$ 400,00

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Programação

Carga Horária: 09 horas

Gestão territorial estratégica da agricultura – uma visão geral

Conceitos básicos de Sistemas de Informações Geográficas (SIG)

Introdução às análises geoespaciais

Práticas:

  • Introdução ao software Quantum GIS (comandos básicos e projeções)
  • Prática: Obtenção de dados tabulares em bases oficiais
  • Prática: Espacialização e classificação de dados
  • Prática: Conversão de formato de arquivos e interpolação
  • Prática: Manipulação de banco de dados de atributos

Boa sorte!

 

 

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05/09/2017  JY Geotecnologias

Estudos de observação da terra com o AMAZONIA -1 – primeiro satélite nacional

05/09/2017  JY Geotecnologias

Amazonia - 1

Olá gente,

Segundo o INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o AMAZONIA 1 irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.

Os dados gerados serão úteis para atender, ainda, outras aplicações correlatas, tais como: monitoramento da região costeira, reservatórios de água, florestas naturais e cultivadas, desastres ambientais, entre outros.

Os dados estarão disponíveis tanto para comunidade científica e órgãos governamentais quanto para usuários interessados em uma melhor compreensão do ambiente terrestre.

A Missão prevê três satélites de sensoriamento remoto: Amazonia-1, Amazonia-1B e Amazonia-2, estando o primeiro em fase final de desenvolvimento.

Além dos objetivos finalísticos associados ao provimento de dados para monitoramento do meio ambiente, a Missão tem um importante objetivo do ponto de vista tecnológico: a validação da Plataforma Multimissão PMM como sistema, que será utilizada pela primeira vez no satélite Amazonia-1.

Por fim, a Missão Amazonia irá consolidar o conhecimento do Brasil no desenvolvimento integral de uma missão espacial utilizando satélites estabilizados em 3 eixos, visto que os satélites de sensoriamento remoto anteriores foram desenvolvidos em cooperação internacional com outros países.

Essa competência global em engenharia de sistemas e em gerenciamento de projetos coloca o país em um novo patamar científico e tecnológico para missões espaciais. A partir do lançamento do satélite Amazonia-1 e da validação em voo da PMM, o Brasil terá dominado o ciclo de vida de fabricação de sistemas espaciais para satélites estabilizados em três eixos.

Isso significa autonomia para atuar em missões dessa categoria e capacitação para avançar para outros tipos de missão. Significa também a possibilidade de trabalhar em todas as etapas e em todos os subsistemas de uma missão dentro de parcerias nacionais.

Além disso, a disponibilidade de uma plataforma (PMM) qualificada em voo permitirá seu reúso em outras missões, nacionais ou em parceria internacional.

Finalmente, a indústria espacial brasileira terá ganho herança de voo nos equipamentos fabricados para o satélite, o que abre perspectivas para fornecimento a outros países e agências espaciais.

 

Financiamento do BNDES para recuperação vegetal

25/08/2017    JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Produtores rurais de todos os portes e de todas as regiões do Brasil podem utilizar, a partir de hoje (21), o Canal do Desenvolvedor MPME, plataforma online que simplifica e agiliza o acesso aos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para atendimento às exigências do Código Florestal.

O gerente do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, Márcio Macedo da Costa, acredita que, como as determinações do Código Florestal devem ser seguidas por todo o Brasil, todo produtor rural, em algum momento, vai se ver diante da questão de recuperar a área e de saber se tem meios para financiar essas mudanças.

“Nosso grande objetivo é pegar essa ferramenta online que já existe e dar uma dedicação para as linhas de crédito para recuperação vegetal, desde o pequeno proprietário até o grande”.

A restauração prevista no Código Florestal será obrigatória para todo imóvel rural a partir de janeiro de 2018, após o encerramento das inscrições das propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O prazo expira no dia 31 de dezembro.

Linhas

Para projetos negociados diretamente com o BNDES, existe a linha Finem – Recuperação e Conservação de Ecossistemas e Biodiversidade (BNDES Ambiente), voltada a investimentos em projetos de restauração a partir de R$ 10 milhões.

Outras três linhas englobam projetos de financiamento negociados com agentes financeiros do BNDES, nas chamadas operações indiretas.

Uma dessas linhas é o Programa Agricultura de Baixo Carbono Ambiental (Programa ABC), destinada a produtores rurais e cooperativas de produtores que precisam de investimentos de até R$ 2,2 milhões, com prazo de pagamento de 12 anos.

Outra linha de crédito disponível é o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), na qual proprietários rurais, posseiros e arrendatários podem solicitar empréstimos de até R$ 430 mil por ano agrícola para quitação em até oito anos.

Já o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar para Restauração Ecológica (Pronaf Eco) oferece crédito de até R$ 165 mil por ano agrícola a agricultores e produtores rurais familiares pessoas físicas. O prazo de pagamento é de até 10 anos.

Os agricultores podem financiar projetos de recuperação e restauração vegetal, incluindo várias técnicas, entre as quais a cobertura da área degradada com mudas ou a condução da regeneração natural. O BNDES financia também mão de obra, viveiros de mudas, implantação de cercas, compra de máquinas e equipamentos.

 

Fonte: terra

Simpósio Latino-americano sobre Bioestimulantes na Agricultura (I SLABA) 2017

17/08/2017   JY  Geotecnologias

I Simpósio Latino-Americano sobre Bioestimulantes na Agricultura

OLÁ TODOS,

AINDA DÁ TEMPO DE ENVIAR SEU RESUMO!!!!

A Universidade Federal de Santa Catarina DIVULGA  o primeiro Simpósio Latino-americano sobre Bioestimulantes na Agricultura (I SLABA). O evento tem por objetivo impulsionar a discussão sobre uso de bioestimulantes, integrar o conhecimento técnico-científico com o setor produtivo e viabilizar o diálogo entre estes.

O evento buscará examinar as últimas tecnologias e estratégias de pesquisa sobre bioestimulantes na América Latina. Além disso, a situação e os desafios da legislação referente a estes produtos também serão abordados.

O simpósio será uma excelente oportunidade para aprender, compartilhar, discutir e envolver-se com a mais recente tecnologia de pesquisa sobre Biostimulantes na agricultura. Durante dois dias, haverá oportunidades para promover a interação com seus colegas, apresentações de estudos conduzidas por especialistas e discussões interativas de perguntas e respostas. Desta forma, espera-se fortalecer as relações entre os diferentes profissionais da área de bioestimulantes resultando no estabelecimento de redes de apoio e cooperação ativa a fim de promover o mercado de bioestimulantes no país e entre países da América-latina.

Inscrições:
De 03/07 até 30/08 (com resumo)

  • Graduandos R$ 70,00
  • Pós graduandos R$ 100,00
  • Profissionais R$ 160,00

De 01/09 até 30/10 (sem resumo)

  • Graduandos R$ 90,00
  • Pós graduandos R$ 130,00
  • Profissionais R$ 200,00

Para realizar sua inscrição e saber mais sobre o evento clique AQUI !

VAMOS NESSA E BOA SORTE!!!

CURSOS SIG: INSTITUTO DIDACTIA

15/08/2017  JY  Geotecnologias

Olá pessoal,

O Instituto Didactia é uma empresa dedicada a valorizar a necessidade de formação de profissionais e empresas para manter seus níveis de qualidade no mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Por isso está trazendo pra nós o oferecimento de cursos voltados para o mercado SIG. Quem tiver interesse entre AQUI !

SIM, SÓ LEMBRANDO, OS CURSOS SÃO EM ESPANHOL!

 

 

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15/08/2017   JY  Geotecnologias

De olho no potencial das barragens subterrâneas para o semiárido !

10/08/2017  JY  Geoteccnologias

Imagem relacionada

Olá pessoal,

Achamos interessante essa matéria e pesquisa da Embrapa Solos e resolvemos mostrar aqui pra vocês! o Estado em questão é o de Alagoas, o que em termos de variação climática e problemas relacionados com a falta de chuva, não difere nem um pouco da nossa Paraíba. Veja.

OBJETIVO DA PESQUISA

O objetivo  é aumentar o acesso e uso da água de chuva em barragem subterrânea, uma das tecnologias de captação de água da chuva recomendadas pela Embrapa para convivência com o Semiárido. A ideia é realizar a espacialização territorial de ambientes potenciais para a implantação de barragens subterrâneas nas mesorregiões do Agreste e Sertão de Alagoas, bem como subsidiar tomadas de decisão na elaboração de políticas públicas voltadas para a inserção social e produtiva de agroecossistemas de base familiar.

O Projeto

O estado de Alagoas, com uma área de aproximadamente 28.000 km², apresenta significativas variações em termos de solo, geologia, clima, vegetação e recursos hídricos. Esta variação ambiental produz espaços com diferentes potencialidades de exploração agrossilvipastoril e riscos de degradação ambiental, o que torna fundamental o conhecimento destas variações na implantação de estratégias de desenvolvimento rural em bases sustentáveis.

A indicação de ambientes potenciais, agrupando áreas homogêneas, por meio do zoneamento de solos e clima, para a construção de barragens subterrâneas, é importante pela contribuição que trará para os territórios rurais do Semiárido de Alagoas. De acordo com a pesquisadora Maria Sonia, o zoneamento irá ordenar informações que propiciarão maior segurança na seleção de locais apropriados para construção de barragens subterrâneas, contribuindo, consequentemente, com o desenvolvimento de sistemas agrícolas mais produtivos.

Neste zoneamento, a partir do cruzamento dos critérios atuais de seleção de local apropriado para barragens subterrâneas com os parâmetros de solo, clima, relevo, vegetação e geologia, disponibilizados no Zoneamento Agroecológico do Estado de Alagoas (realizado pela Embrapa Solos UEP Recife), será elaborado um mapa onde se delimitarão as áreas de acordo com classes de potenciais (alta, média e baixa), para a implantação de barragens subterrâneas, no Agreste e Sertão do estado. Cada classe de potencial delimitada será validada, visando aferir o mapa de potencialidade produzido, por meio do uso de sensores proximais de solos, em especial o Radar de Penetração no Solo (GPR), da implantação de unidades de aprendizagem; e da avaliação da resiliência socioecológica dos agroecossistemas frente às mudanças climáticas e eficiência de produção, em barragens já em condução, em cada classe definida.

É uma proposta de pesquisa participativa, que de forma partilhada utilizará metodologias de análise e integração ambiental.

Paralelamente ao desenvolvimento da pesquisa serão realizadas atividades de sensibilização e capacitação de agricultores e profissionais de assistência técnica e extensão rural, por meio de visitas técnicas, intercâmbios, dias de campo, cursos, palestras, seminários, workshops e oficinas.

O Semiárido de Alagoas

O Semiárido de Alagoas abrange 38 municípios, sendo uma região caracterizada pela frequente escasse, alta variabilidade espacial e temporal das chuvas, com média anual entre 400 a 900 mm, e valores médios de evapotranspiração entre 1.400 a 1.500 mm, o que limita as práticas agrícolas aos períodos de chuva.

Para a professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Sara Fernandes de Souza, o grande problema enfrentado nos diversos territórios do Agreste e Sertão de Alagoas refere-se ao acesso à água, uma vez que muitas famílias não dispõem deste bem em seus agroecossistemas. “O risco da agricultura dependente de chuva e a falta de água para consumo humano e animais constituem a principal causa da baixa qualidade de vida no meio rural da região”, completou.

Diante desse quadro, no Semiárido alagoano, a questão da produção de água para obtenção de alimentos e para dessedentação humana e animal é uma prioridade que vem sendo considerada quando se trata da elaboração e execução de políticas públicas destinadas a criar condições para o desenvolvimento rural sustentável da região. Como consequência, a implantação de tecnologias sociais de captação e armazenamento de água de chuva tem aumentando muito nos últimos anos, como parte de programas governamentais e da sociedade civil.

Parcerias

O projeto Zoneamento edafoclimático participativo de áreas potenciais para construção de barragens subterrâneas em unidades agrícolas de base familiar nas mesorregiões do Agreste e Sertão de Alagoas contará com uma equipe multidisciplinar e uma grande quantidade de instituições parceiras, que de forma participativa com as famílias agricultoras assegurará o cumprimento dos objetivos propostos e o atingimento das metas até 2021, ano em que se encerra a pesquisa.

O trabalho será desenvolvido numa ação conjunta entre nove unidades da Embrapa (Solos, Semiárido, Tabuleiros Costeiros, Agrobiologia, Gestão Territorial, Caprinos e Ovinos, Agroindústria Tropical, Algodão e Meio Norte); Universidades Federais de Alagoas (Ufal), de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Semiárido (Ufersa); Universidades Estaduais de Alagoas (Uneal) e do Rio Grande do Norte (Uern); Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (Ifal), de Pernambuco (IFPE) e do Rio Grande do Norte (IFRN); ASA Brasil, por meio da coordenação do Programa Uma Terra e Duas águas (P1+2)  e das suas Organizações Não Governamentais em Alagoas  – Coopabacs, Cedecma, Cáritas Diocesana de Palmeira dos Índios, Terra Viva, Visão Mundial, Cactus e Aagra; e o Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas (Emater-AL).

Fonte: Embrapa.

 

 

Sensoriamento Remoto em Agricultura- LIVRO| Pré-venda com preço especial

07/08/2017  JY  Geotecnologias

Olá todos,

Esse livro é ótimo! Vamos adquirir!

Geoprocessamento com o gvSIG !Fique de olho nesse material *

02/08/2017   JY Geotecnologias

Olá pessoal,

blog 02-08

Aqui estamos divulgando e interagindo com nossos parceiros e alunos referente ao uso e pesquisa de materias que envolve o uso do software gvSIG. Um importantíssimo programa de SIG, o qual particularmente utilizo em meus trabalhos. Pois bem. É um material de uma Webinar que escolhemos de nosso acervo para você usuário, estudante, professor baixar e observar a proposta feita pela equipe e o Engenheiro  Gustavo Agüero Córdoba! Adoramos esse material, que conta com as explicações para quem estuda o gvSIG em modo avançado.

Vamos baixar!    AQUI

Boa pesquisa!