Arquivo da categoria: SIG – Sistemas de Informações Geográficas

Registros de aulas em doc (word) e PDF, novidades, artigos publicados, etc.

Geoprocessamento: Manual de Agricultura de Precisión

02/06/2017   JY  Geotecnologias

agri de precisao blog

Olá pessoal,

Deixo com vocês esse manual bastante instrutivo no qual aborda conhecimentos e avanços que existem em tecnologias como essa. Essa publicação foi pensada com o objetivo de facilitar o acesso a informação, ao treinamento e capacitação de profissionais de campo que costumam enfrentar inúmeros desafios na agricultura.

Não deixem de baixar! Recomendo para aqueles que praticam e trabalha com Agricultura de precisão.

Produzido pelo Programa Cooperativo para el Desarrollo Tecnológico Agroalimentario y Agroindustrial del Cono Sur

Baixar Manual

 

LIVRO: Geoprocesamiento – Análisis de geodatos

24/05/2017   JY Geotecnologias

libro

Olá pessoal,

O que mais gostei desse livro foi a maneira de como os autores mostram os conceitos e detalhes de toda função do SIG, da Geomática, em especial as definições de um arquivo raster.

Publicado em 2010, o livro apresenta toda função e procedimentos de como estudar e analisar o SIG. Gostei muito e recomento para quem tem interesse em publicar algum artigo fazendo uma citação dos autores do mesmo, muito bom! Até já utilizei.

Para baixar é só clicar aqui: BAIXAR LIVRO

Abraços a todos !

Dicas básicas na edição de polígonos no Google Earth Pro

13/05/2017   JY Geotecnologias

Olá pessoal, é notório o uso intenso do programa do Google Earth para trabalhos relacionados ao SIG. Um aluno meu de SIG me fez fazer essas dicas básicas para demonstrar a melhor maneira que encontrei de ajudá-lo nos exercícios práticos!  Pois bem, como todo usuário desse programa, eu também me ponho a utilizar muito, mais precisamente para certificar o georreferenciamento e os elementos usados nas indicações de classes temáticas. Pois bem, a primeira dica é:

1-  Observar a cor do indicador do vértice na hora de traçar a rota, ou trilha, ou caminho; recomendo observar pois tem pessoas que me perguntam , inclusive esse meu aluno se o indicador azul fecha o polígono ou dá sequencia a uma nova linha…veja na imagem abaixo:

vertice1

Observando o indicador em azul circulado pela bolinha amarela, nessa imagem do perímetro irrigado, quando você move o cursor, este acompanha o trajeto por onde você quer fechar seu polígono, e lembrar que o “azul” indica a aplicação de mais vértices para dar sequencia ao fechamento da área que você quer analisar.

vertice2

2 – Nessa imagem acima, você clicando mais de uma vez em qualquer parte do trecho já desenhado, você pode sair com o cursor para o vértice criado que quiser, desde que este esteja no mesmo trajeto!

3- Agora que você fechou seu polígono, é só atribuir cores, ajustes de linhas e área e dá a ele um nome específico para garantir a indicação do terreno.

vertice3

Bem pessoal, achei importante divulgar principalmente para aqueles que estão iniciando algum trabalho de SIG no Google Earth, seja ele Pro ou não.

Boa sorte*

 

 

Livro: Satélite para detecção remota aplicada a Gestão Territorial – faça agora mesmo o seu download!

12/04/2017    JY  Geotecnologias

Autores: Mauricio Labrador García Juan Antonio Évora Brondo Manuel Arbelo Pérez.  Tradução: Artur Gil Satélites para deteção remota aplicada à Gestão Territorial. Parceiros: Consejería de Agricultura, Ganadería, Pesca y Aguas. Gobierno de Canarias. Grupo de Observación de la Tierra y la Atmósfera (GOTA). Universidad de La Laguna IROA, S.A. – Instituto Regional de Ordenamento Agrário Região Autónoma dos Açores. Projecto SATELMAC, Programa de Cooperação Transnacional Madeira – Açores – Canárias -2007-2013 (PCT-MAC) .

Baixar: satelitesparadetecaoremota-140115085947-phpapp02

Resultado de imagem para pixel sensoriamento remoto

Baixe já as imagens de satélite do Sentinel-2 *

23/03/2017   JY  Geotecnologias

foto de blog 23-03-17

Olá pessoal,

Baixe já as imagens de satélite do Sentinel 2!

IMPORTÂNCIA PARA ESTUDOS DE VEGETAÇÃO E COMPARAÇÃO COM O LANDSAT

O Sentinel-2a tem uma certa vantagem na acurácia dos dados quando comparado ao Landsat, por possuir maior capacidade de alcance, daí vem o motivo pela alta procura das imagens. Os sensores são sensíveis a um número maior de espectros de luz, permitindo grande alcance de informações sobre a superfície. Além de cobrir uma faixa maior de solo (290 km contra 185 km no Landsat).

Resolução espacial do Snetinel 2: 10m X   Landsat: 30m.

Quanto aos estudos da vegetação, o Sentinel 2 assume uma grande importância no que consiste em realizar projetos e tomada de decisões, pois possui faixas do espectro radiométrico bem mais sensíveis e precisas e os canais do infravermelho ão a possibilidade de identificação de toda estrutura interna da planta bem como seu desenvolvimento, crescimento , fornecendo um acompanhamento melhor da vegetação.

BANDAS 

Quanto as bandas espectrais resumi aqui as principais bandas para estudos ambientais. A resolução é 10m!

Combinação:  (Visível)

R – 490nm  / G – 560nm  / B – 665nm  / NIR – 842nm

RGB432(cor verdadeira) – estudos de solos, água.

(Infravermelho próximo)

RGB843(falsa cor)-estudos de vegetação, NDVI, etc.

A parceria estabelecida entre a Agência Espacial Europeia (ESA) e da United States Geological Survey (USGS) permite o armazenamento USGS e redistribuição dos dados adquiridos pelo instrumento multiespectral (MSI) no satélite Sentinel-2A da União Europeia.

Para baixar as imagens , você precisa se cadastrar no sitehttps://earthexplorer.usgs.gov/

Outro site de busca: 

Use o aplicativo: SENTINEL HUB PLAYGROUND

Nunca vi tão rápido e de fácil acesso!!!

sentinel

LIVRO: ARCGIS 10.2.2 PASSO A PASSO: ELABORANDO MEU PRIMEIRO MAPEAMENTO – VOLUME 1

19/03/2017      JY  Geotecnologias

Olá todos,

Um livro muito bom com vários detalhes referente a aquisição de mapas. Já utilizei! Utilizo bastante meu ArcGis. Mostra todas as etapas necessárias para elaborar um mapeamento básico no software ArcGIS 10.2.2, aplicável também nas versões 10.2.1, 10.2, 10.1 e 10.0.

Elaboração:   Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos

Para baixar, clique na imagem abaixo⇓

Satélite Sentinel-2A-2B…Feitos para a agricultura?

18/03/2017   JY   Geotecnologias

Resultado de imagem para El satélite Sentinel-2B

Olá pessoal,

Será mesmo heim? Será que podemos assim dizer que ele tem poder suficiente para garantir uma exitosa cobertura agrícola? Há possibilidades!

Após de ter sido colocado em órbita, o satélite Sentinel-2B da União Europeia enviou suas primeiras imagens da Terra, oferecendo uma facinante capacidade que ele e seu “gêmeo” Sentinel-2A vão proporcionar ao programa de monitoramento ambiental Copernicus.

Os satélites Sentinel-2 destinam-se a fornecer dados sobre a gestão ambiental, por exemplo, a partir deles pode gerar mapas de áreas de queimadas e a gestão de áreas agrícolas, para caracterizar as culturas e de definir estratégias para otimizar o uso de fertilizantes.

O Sentinel-2 B orbita em 786 quilômetros e de cinco em cinco dias cobre a superfície da terra, grandes ilhas, rios, lagos e águas costeiras, graças à câmera multiespectral com 13 bandas (a maioria das bandas de materiais do solo ) de alta resolução com 10 metros, com um campo de visão que vai varrer 290 km.

 Irá acompanhar o desmatamento ou a desertificação em algumas áreas e estudar o impacto das alterações climáticas, por exemplo, analisando o recuo das geleiras.

Gente, confesso pra vocês esse satélite já é promissor no setor ambiental e agrícola brasileiro, o qual promoverá tomadas de decisões bastantes importantes para o mercado e meio ambiente.

“Com o lançamento da unidade B, a qualidade dos produtos de dados aumentará e o Copernicus poderá gerenciar e proteger melhor o meio ambiente e os recursos naturais, além de melhorar a segurança civil”, disse Philippe Brunet, Diretor de Política Espacial e Defesa da Comissão Europeia.

Até os próximos posts!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tecnologias Geoespaciais

25/02/2017 JY Geotecnologias

Imagem relacionada

Olá pessoal,

tecnologia geoespacial é conhecida para o uso de software de sistemas para o suporte e gerenciamento de informações com espaço de componente no sentido geográfico. Pois bem… Aproximadamente 70% da informação gerida por qualquer organização tem algum tipo de relação espacial com sua posição.
Prodevelop começou em 1993 trabalhando com tecnologias geoespaciais. Desde então, a empresa evoluiu ao ritmo dos avanços ocorridos neste campo.

Há uma grande variedade de projetos de características muito diferentes. Alguns não têm um grau mínimo de maturidade ou um desenvolvimento contínuo e de confiança e a comunidade de usuários. Há também um certo grau de sobreposição e abordagens diferentes entre a multiplicidade de projetos disponíveis.

As tecnologias geoespaciais com que trabalhamos podem ser agrupadas em várias categorias:
GIS para escritório: ferramentas avançadas de gestão e análise de informações cartográficas, projetadas para ser usado como aplicações desktop.

Servidor de mapa: Middleware de servidores que têm acesso a diferentes fontes de dados e gerar mapas e em diferentes formatos e com informações geoespaciais de protocolos diferentes.

Mobile GIS: ferramentas de gerenciamento do mapeamento de informações em dispositivos móveis como PDA.

Aplicativos da Web de thin client para acessar mapas e construção de geoportals e mapa:Frameworks.

Geodatabases: repositórios de informações geoespaciais, normalmente sobre banco de dados relacional.

GeoSensor Web: Ferramentas de cliente ou no servidor de acesso padronizado para informação dos sensores usando SWE (Sensor Web Enablement).

BANDA ESPECTRAL do NIR para áreas de produção agrícola

09/12/2016  JY Geotecnologias

Imagem relacionada

 

Olá pessoal,

O engenheiro agrônomo Nelson Sá, da Irriger, em uma recente postagem trouxe para nós a importância do Sensoriamento Remoto no estudo da vegetação. Pois bem, o acompanhamento das áreas de produção agrícola com uso de recursos de sensoriamento remoto tem se mostrado uma ferramenta eficaz para monitoramento de produção e planejamento de atividades de manejo.  Com tecnologia capaz de analisar as imagens recebidas por satélite, é possível obter acompanhamento, e rápido.

O estudo é possível pois a banda de radiação do NIR (Infra-Vermelho Próximo) é muito precisa para captar o vigor das plantas, diferenciando plantas vigorosas (que refletem mais o NIR) e plantas mais fracas (que absorvem a radiação). Sendo assim, as imagens em NIR obtidas por satélites de última geração são tratadas por uma equação chamada NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada), que transforma em tons de cores as distintas leituras de NIR, possuindo alta correlação com índice de área foliar (IAF) e vigor das plantas.

Ao final, são elaborados mapas que descrevem a distribuição do vigor das plantas no campo, que permitem o acompanhamento “in season” da evolução dos campos de produção agrícola, a fim de identificar zonas que merecem mais atenção.

Entre os benefícios, podemos citar a rápida detecção de falhas na irrigação ou em operações mecanizadas, como adubação, preparo do solo ou fitoxidez por agroquímicos; manchas de solo com baixa produtividade, áreas com erosão laminar, depósitos de calcário; identificação de reboleiras de baixo vigor causadas por nematoides ou patógenos de solo; zonas com vigor abaixo do esperado, possíveis deficiências nos equipamentos de irrigação, regiões com maiores potenciais de produção, entre outros.

Na imagem abaixo observa-se tons de vermelho e amarelo em uma parte da borda do pivô, neste caso trata-se da área mais alta do terreno e foi identificado pressão abaixo da mínima necessária na ponta do equipamento, o que causa desuniformidade e aplicação de água abaixo do necessário para as plantas – a área afetada neste equipamento foi de 2,1ha.

ViewImage.aspx

 Exemplo 1 – Milho semente aos 60 dias após o plantio, imagem obtida em 25-05-15. Fonte: Geosys

Já na sequência abaixo observa-se claramente a marca Irriger/Farmers Edge deixada pela posição dos antigos pivôs onde o solo já estava corrigido e plantas menos vigorosas que foram inseridas no pivô. Ressalta-se que muitas destas diferenças não são perceptíveis a olho nu e causam diferenças em produtividade. ViewImage-1.aspx

Exemplo 2 – Resposta no vigor das plantas com a mudança da posição dos pivôs, imagem obtida em 04-07-15. Fonte: parceria Irriger/Farmers Edge

Abaixo observa-se uma zona de baixo vigor no pivô em formato de anel que é atribuído a algum emissor entupido ou montado com vazão inadequada, este diagnóstico pode ser feito antes de serem apresentados sintomas visíveis no campo, pois a imagem com o tratamento em NDVI é muito precisa para detectar diferenças no vigor vegetativo das plantas. 

ViewImage-2.aspx

Exemplo 3 – Anel formado por emissor entupido ou inadequado, imagem obtida em 03-08-15. Fonte: parceria Irriger/Farmers Edge

Até a próxima !

 

Arquivos em SHP do Brasil para estudos. Baixe já!

08/12/2016  JY Geotecnologias

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Oi pessoal,

Deixo aqui com vocês arquivos em formato SHP, para trabalhos com mapas temáticos e afins. Costumo utilizar em meus mapeamentos para analise e classificações de áreas agrícolas e estudos de drenagem, rodovias. Tentei encontrar o mais recente possível e já com nós ajustados para que não percamos tempo. O ano é o de 2010.

Espero que ajudem vocês no trabalhos de faculdade e escritório! Deixo aqui referente as:

REGIÕES BRASILEIRAS

ESTADOS BRASILEIROS

MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Uma dica que deixo é verificar a projeção do SHP, pois em algumas situações se você estiver com a sua projeção definida ,ele ao baixar e usar, pode não se ajustar na sua imagem, ou até mesmo em um arquivo de vetor qualquer que você esteja usando!

Boa sorte gente! Até mais!