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CULTIVO HIDROPÔNICO DE HORTALIÇAS COM ÁGUA DESSALINIZADA – PICUÍ PARAÍBA

27/09/2017  JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Primeiramente vamos entender o que significa água dessalinizada para entrarmos nesse projeto tão importante para a comunidade do município de Picuí, no Estado paraibano.

DESSALINIZAÇÃO

Segundo informações técnicas de pesquisa, países que, no momento, não enfrentam problemas de escassez de água devem se deparar com problemas de falta de água no futuro próximo. Em função disso, e da grande oferta de água nos oceanos (água salgada), um caminho a fim de maximizar a oferta de água seria fazer uso de um processo chamado dessalinização, objeto de estudo desse trabalho, que seria utilizar-se da água salgada e/ou salobra, imprópria para consumo, reduzindo-se o teor de sal que ela contém e tornando-a potável. Dessalinizar água salgada e/ou salobra permite aumentar os recursos de água disponíveis no mundo. Processos de dessalinização podem ser categorizados em dois tipos principais: (1) processos térmicos (destilação multiestágios, destilação multiefeitos, Destilação por compressão de vapor, entre outros) e (2) processos de separação por membranas (osmose inversa, eletrodiálise, entre outros). A escolha da tecnologia é influenciada pela qualidade da fonte de água, energia demandada, custos, frequência do uso da unidade, volume de água a ser produzido, dentre outros fatores. Assim, não existe um método que seja melhor que os demais: cada um apresenta vantagens e desvantagens. Os custos para realizar o tratamento convencional da água têm aumentado em várias partes do mundo e os custos para dessalinizar têm diminuído, consequentemente a dessalinização tem se tornado mais competitiva e economicamente atraente. Alguns países dependem estritamente das tecnologias de dessalinização para obter água potável, como é o caso da Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kuwait no Oriente Médio. Os custos de produção da água dessalinizada vêm diminuindo, como resultado de avanços tecnológicos, ao mesmo tempo em que o número de plantas instaladas no mundo tem aumentado. Na Espanha, foram construídas mais de 800 plantas desde 1965, produzindo um total de 5,2 milhões de m³ de água por dia para mais de 10 milhões de pessoas. O país é o quarto que mais dessaliniza água salobra/salina do mundo, ficando atrás apenas da Arábia Saudita, Emirados Árabes, e Estados Unidos. No arquipélago de Fernando de Noronha (Brasil) se encontra a maior unidade de dessalinização do Brasil, que produz 47% de toda a água consumida pela ilha. Está em curso, um projeto para duplicar a capacidade da unidade, passando de 27 m³/h para 60 m³/h, o que, a princípio, acabaria com o problema de rodízio e falta d´água do arquipélago. Fonte: (http://hdl.handle.net/10183/127799)

PARAÍBA

Aqui na Paraíba mais precisamente no distrito de Santa Luzia, município de Picuí, possui uma unidade demonstrativa de cultivo de hortaliças utilizando o concentrado do processo de dessalinização da água via osmose inversa, resultado de uma parceria da Agência Nacional das Águas (ANA), Governo do Estado e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

O empreendimento, orçado em mais de R$ 1 milhão, é fruto de um projeto do Laboratório de Referência em Dessalinização da UFCG – Labdes, com recursos da ANA/Governo do Estado, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq), e coordenado pelo professor Kepler Borges França.

O sistema hidropônico instalado em Picuí produz hortaliças como alface, rúcula, tomate cereja, entre outras. Estima-se que a produção atinja 5.000 pés de alface/mês. Concomitantemente a implantação da Unidade Demonstrativa, por meio de outro projeto, é realizado um monitoramento da qualidade de águas de cisternas e de outras fontes alternativas de abastecimento das comunidades, visando um diagnóstico da situação e a realização de atividades educativas, no que se refere à coleta, armazenamento e manuseio adequado da água para consumo humano.

Após conhecida a realidade local, de acordo com os aspectos socioeconômicos e de abastecimento d’água para consumo humano, são coletadas amostras de águas nas residências e nas fontes de abastecimento, para análises no laboratório, além de realizados exames epidemiológicos nas pessoas, com a intenção de se verificar a existência de doenças de veiculação hídrica. Analisando-se os resultados das observações, constata-se que o baixo grau de instrução é o principal causador da falta de educação sanitária da população, ocasionando problemas de saúde. Durante a execução dos projetos, são realizadas ações para melhoria da qualidade da água consumida pela população, através de reuniões e orientações, como também oferecidas capacitações e cursos para pessoas e técnicos da comunidade, para garantir a sustentabilidade da Unidade Demonstrativa.

Fonte: ANA/UFCG

 

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BRASIL – PARAÍBA : 8°ISRMU – SIMPOSIO INTERNACIONAL SOBRE GESTIÓN DE RESIDUOS EN LAS UNVERSIDADES

20/07/2017  JY  Geotecnologias

Hola todos,

Se realizará en Campina Grande, municipio de Paraíba, Brasil, el 8°ISRMU – SIMPOSIO INTERNACIONAL SOBRE GESTIÓN DE RESIDUOS EN LAS UNVERSIDADES, con el objetivo de reunir segmentos generadores (industria, condominios, escuelas, comercio, instituciones bancarias para la adopción de metodologías de simbiosis industrial, reutilización, recolección selectiva solidaria y disposición final de residuos fortaleciendo la atención a la Ley Municipal 087/2014-Política Municipal de Residuos Sólidos y la inclusión de las cooperativas de recolectores.

8° Simpósio Internacional sobre Gerenciamento de Resíduos em Universidades

Un poco de historia:

La Universidad Federal de Campina Grande – UFCG fue creada en 2002, desde el desmembramiento de la Universidad de Paraíba Federal-UFPB, con el objetivo de entrar en las actividades de docencia, investigación y extensión en busca del desarrollo  político social de meso-regiones de Agreste, de y del Interior del Estado de Paraíba.
Aunque no exista legislaciones, existen registros que desde 1997, la UFCG/UFPB poseía en sus investigaciones y actividades de extensión iniciativas de recolección de residuos y otras acciones en el campus I y en algunos barrios de las residencias de la ciudad. Este experimento fue diseñado para apoyar las actividades de los colectores de la basura municipal, además de animar a los vecinos a adoptar las mejores prácticas de descartes.
La sede de la UFCG está ubicada en la ciudad de Campina Grande, considerada la segunda más poblada ciudad de Paraíba, con una población de 407,754 habitantes. El campus reúne en su infraestructura física, clases, laboratorios, oficinas, bibliotecas, comedores, restaurantes, fotocopiadoras, instituciones bancarias, los sindicatos y el hospital universitario, entre otros generadores de residuos.
La complejidad, diversidad y inesgotabilidade de generación de residuos se consideran características indispensables para la adopción de un modelo de gestión de residuos sólidos para la comunidad académica de la UFCG y otros municipios.
En marzo de 2006 se aprobó el proyecto de investigación “colección y caracterización de los residuos sólidos generados en UFCG: -sensibilización de la comunidad académica I: campus sobre cuestiones de desigualdad social y responsabilidad ambiental” (más información sobre los proyectos en el sitio web http://www.ltablocobx.com.br). Residuos: reciclables papel, plástico, metal y vidrio recuperados en los ambientes de la institución estaban destinados a los recicladores de la cooperativa COTRAMARE, primero en el municipio y cuyas instalaciones de trabajo funcionaba dentro de una basura municipal en la ciudad de Campina Grande. El proyecto intentó unirse a otros generadores en los espacios de la ciudad y buscó la mediación con las autoridades públicas para satisfacer las demandas y consolidar políticas públicas para la gestión de residuos sólidos.
A partir de julio de 2008, la cooperativa de recolectores pasó a actuar en un galpón de 500 metros cuadrados en el entorno urbano de la ciudad, siendo la unidad de recogida selectiva, que refuerza la necesidad de movilizar a los ciudadanos para mejorar la función del colector como colaborador de salud buscando las asociaciones para la adhesión de la propuesta de solidaridad selectiva.
En marzo de 2012 acciones de cinco proyectos de investigación y extensión comenzaron a componer el programa de extensión de la UFCG: Movilización Social en instrumentos ambientales de saneamiento y proyectos teóricos de la educación ambiental, con participación de la comunidad en la adopción de consumo consciente de productos y servicios , las prácticas de separación y reaproveitamiento de residuos sólidos en diferentes tipos (reciclables secos, electrónica, orgánico e inorgánico), utilizando  planes de selectividad en condominios, residencias puerta a puerta, empresas privadas, grandes y medios generadores, escuelas, instituciones públicas y clubes federal del municipio de Campina Grande-PB.

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Agronegócio no Semiárido Nordestino: 5ªEXPOPRATA Caprinos e Ovinos 2017

29/03/2017   JY  Geotecnologias

É PARAÍBA, É BRASIL !

EXPOPRATA

Olá pessoal,

O semiárido Nordestino respira o sucesso do agronegócio! Será realizado em junho, de 1 a 4 deste ano a 5ª EXPOPRATA no cariri paraibano. O evento tem por objetivo centrar pautas na caprinovinocultura familiar que terá como foco principal expor avanços tecnológicos e gerar divisas econômicas para o município e regiões vizinhas  a partir do agronegócio.

Exposições:

 * Cadeias produtivas bovinocultura leitera ; avicultura caipira ; palma forrageira ; plantas forrageiras nativas e adaptadas a região semiárida sendo essas utilizadas pelo público alvo dos projetos de desenvolvimento setorial e local.

* Público alvo: Todos os públicos ; Gestores agrícolas, Produtores rurais, Engenheiros agrônomos e Agrícolas, Estudantes, Professores, Mestres e afins.

* Objetivo: Geração de renda, turismo, empregos, pesquisas, etc.

Participe dessa cadeia produtiva !

 

Transposição do Rio São Francisco : Um novo Semiárido?

09/03/2017   JY  Geotecnologias

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Uma ótima noticia pessoal,

Com a chegada das águas ontem na região de Monteiro na Paraíba, o diretor da ANA, Agência Nacional das Águas,  Paulo Varella, comentou sobre a chegada da transposição   demonstrando o início da história de um novo Semiárido e de uma nova perspectiva de vida para aqueles que esperavam pela conclusão das obras.

Em entrevista nesta quinta-feira, 09, Paulo afirmou que após a garantia de distribuição de água para o abastecimento humano, as atividades do campo podem ser retomadas, mas com cautela.

RETOMADAS DAS ATIVIDADES RURAIS

É possível termos a volta das atividades e praticas agrícolas que foram perdidas e esquecidas ao longo desses últimos 5 anos de estiagem?

Há possibilidades sim! Até por que como vemos, os rios e riachos que cortam os municípios da Paraíba especialmente da Região do Cariri e Sertão são cursos de rios temporários e com uma escassez extensa de água, além da degradação da bacia, não há suporte para sustentar solo e vegetação existentes naquele ambiente, como também não dá condições de produtividade ao produtor rural para garantir a colheita. E com a chegada das águas, essas facilitarão a retomada das longas jornadas de trabalho no campo para preencher aquilo que um dia foi perdido: a esperança de um dia poder ter na mesa os frutos da terra.

Que bom saber que além de uma agricultura familiar sustentada pelas ações do Governo temos também as expectativas de ver um novo cenário, um novo Semiárido talvez, e por que não?

A retomada do crescimento econômico e agrícola garantirá a expansão de mercado consumidor, e mostrará as pessoas em geral a possibilidade de um solo tão já marcado pela seca  e já impróprio para o plantio, reviver de novo o que já se teve de tão produtivo e fértil. A esperança por fim se renova, se amplia e se volta a um novo tempo. A irrigação voltará, os animais já serão em maior quantidade no pasto , isso iremos perceber ao longo dos anos. Aos poucos iremos perceber as mudanças tomarem rumos altos nos âmbitos agrícola, econômico e social.

Segundo o Paulo, vivemos, nos últimos cinco anos, a maior seca da história recente no país. A partir de amanhã a história vai estar em movimento. Nossa prioridade é o abastecimento humano. Uma vez que o açude de Boqueirão for recomposto, a tendência é que as atividades de pesca e de irrigação voltem, mas de forma limitada, para que tenhamos o abastecimento garantido – explicou.

Estamos de cara nova, melhor dizendo, de água nova!

Até os próximos posts.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cultivo hidropônico na Paraíba

30/03/2016  JY  Geotecnologias

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O semiárido paraibano ,como bem sabemos, apresenta em suas particularidades físicas e climáticas a aridez e escassez de água e com isso faz com que a população em meio à escassez , utilize ou crie meios de cultivo que ajude na sobrevivência e para isso o Governo do Estado incentiva a técnica do cultivo hidropônico entre o produtores da região.

A hidroponia é uma forma de cultivar plantas sem solo, processo pelo qual as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada com todos os ingredientes necessários ao desenvolvimento do vegetal.Dessa maneira, as raízes ficam suspensas em meio líquido ou apoiadas em substrato inerte, como areia lavada.O cultivo hidropônico é desenvolvido por meio da Gestão Unificada Emepa/Interpa/Emater, vincula à Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap).

A técnica de cultivo de hortaliças por meio da hidroponia foi lançada, em caráter experimental, em 2011, na cidade de Teixeira, Sertão do estado. Em 2012, chegou a Maturéia; em 2014, a hidroponia passou a ser desenvolvida em Princesa Isabel, apresentando excelentes resultados, segundo técnicos que trabalham com o projeto.

Muitos produtores que perderam o rebanho também passaram para a produção de hidroponia como fonte de renda, porque se trata de um sistema de produção que otimiza os recursos hídricos, podendo ser implantado em pequenos espaços. A implantação de projetos hidropônicos tem baixo custo, além da facilidade no manejo e aceitação no mercado.

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Segundo o coordenador regional da Emater, Hermes Maia Pereira, existem na região quatro feiras de agricultura familiar que comercializam produtos da hidroponia. Ao todo, são duas em Princesa Isabel, uma em Tavares e outra em Teixeira, além da Empasa, na cidade de Patos.Outra parte da produção é vendida para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) em Princesa Isabel, São José de Princesa e Teixeira, além de supermercados e bancas em feira livres.

Os produtos mais cultivados são alface, coentro, couve, agrião, rúcula e espinafre.

Atividade Agrícola

 Outro exemplo de bom aproveitamento da atividade agrícola está na região de Areia, onde a Emater já faz o assessoramento a diversos agricultores, também apresentando excelentes resultados.

Para o diretor técnico da Emater, Vlaminck Paiva Saraiva, na Paraíba a atividade de hidroponia está em processo de desenvolvimento com discussão sobre a produção com soluções nutrientes alternativas de base agroecológica, a exemplo dos biofertilizantes.

“Pelo envolvimento dos agricultores, pelo sucesso da técnica, não temos dúvidas de que a hidroponia se expandirá para outras partes do Estado, com possibilidade plena de substituir outros sistemas convencionais de horticultura”, afirmou.

Fonte: Secom

Previsão do tempo / Recursos Hídricos – AESA

15/03/2016   JY  Geotecnologias

 

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Não deixe de acompanhar nossa página na internet, estamos sempre atualizando os dados para toda Paraíba! Nos acompanhe diariamente por este link: http://www.aesa.pb.gov.br/saladesituacao

AESA

A agência tem por objetivo principal a gestão de realizar o monitoramento e acompanhamento pluviométrico e hidrométrico de todos os municípios do estado da Paraíba, buscando gerenciar as águas com ações de regularização de usos dos recursos hídricos em todo o Estado. Uma das ações desse processo consiste no cadastramento de usuários de água nos seus usos múltiplos, tanto de águas superficiais (rios, riachos e açudes) quanto subterrâneas (poços, aqüíferos e barragens subterrâneas), nas mais diversas regiões do Estado. Além de promover através da pluviometria o monitoramento diário das previsões de chuva, temperaturas, mapas de precipitações com chuvas diárias e por satélite, e volume dos reservatórios.

 

Adaptação em áreas semiáridas: produção agrícola X monitoramento agrometeorológico – AESA PARAÍBA

23/09/2015   JY  Geotecnologias

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Olá todos !!!

Não é de hoje que a agricultura é um dos segmentos de maior importância na cadeia produtiva a nível de mundo. Pensando assim, quanto melhor for o conhecimento que se tem do solo e clima que prevalece numa região, a exemplo da nossa Paraíba, mais apto se estará para a seleção das culturas mais adequadas e das melhores épocas de plantio/semeadura. A meteorologia possui divisões especializadas, sendo uma delas a agrometeorologia, que é voltada para as condições atmosféricas e suas influências no ambiente rural. Neste caso a AESA (Agencia Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba) realiza monitoramento e estudos que são fundamentais para se conhecer melhor as influencias do clima nas plantações, principalmente numa região semiárida como a nossa e na Paraíba como um todo. 

São estes monitoramentos que permitem o planejamento de atividades de campo, além de auxiliar na tomada de decisões para realizar intervenções somente quando realmente são necessárias, economizando assim recursos naturais e financeiros, além também de informar quando ou não será a melhor época de plantio, o que se deve ou não gastar com insumos no campo. Para se terem uma ideia, é tão importante o sistema que permite monitorar períodos de molhamento em superfícies foliares por formação de orvalho, chuva ou irrigação, além dos sensores de temperatura do solo.

AESA

A AESA hoje conta com 10 estações agrometeorológicas distribuídas por todo Estado da Paraíba e segue ampliando para melhor atender a população rural.

Neste mês de setembro de 2015 surgi a iniciativa de um acordo de cooperação técnica do Governo da Paraíba com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e executada pela Emater, em parceria com a Agência Executiva da Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).  Das 42 plataformas previstas, já foram instaladas 24, nos municípios de Picuí, Soledade, Juazeirinho, Piancó, Santana dos Gorrotes, Condado, Pombal, Paulista Sousa, Uiraúna, São José da Lagoa Tapada, Patos, Santa Terezinha, Jericó, Brejo do Cruz, Solânea, Salgado de São Félix, Barra de Santa Rosa. Catolé do Rocha, Umbuzeiro, Barra de Santana, Campina Grande, Queimadas e Massaranduba.

De acordo com o diretor técnico da Emater, empresa integrante da Gestão Unificada Emater/Emepa/Interpa, vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), Vlaminck Saraiva, as plataformas também vão contribuir com ações preventivas para minimizar os impactos adversos de colapsos de safras da agricultura familiar. Ele disse que os locais onde estão sendo implantadas as estações ficam próximos às áreas agrícolas, oferecem segurança para preservação dos equipamentos e acesso à visitação.

O gerente executivo de Monitoramento da Aesa, Alexandre Magno, considera positiva a parceria com a Emater, uma vez que o projeto visa apoio à agricultura familiar, “foco principal da empresa de extensão rural que é parceira antiga da Aesa e nos dá suporte de monitoramento da rede pluviométrica no Estado”, disse.

As 42 estações agrometeorológicas vão beneficiar os municípios das regiões administrativas da Emater em Areia, Itabaiana, Solânea, Campina Grande, Serra Branca, Picuí, Patos, Princesa Isabel, Pombal, Sousa, Cajazeiras, Itaporanga e Catolé do Rocha. Após a implantação das plataformas, os dados coletados serão transmitidos em tempo real, via satélite, para o sistema do Cemaden e toda população terá acesso às informações.

Participaram da reunião, além dos técnicos da Gestão Unificada representada pelo seu presidente, Nivaldo Magalhães, o diretor técnico Vlaminck Saraiva, o coordenador de operações, Alexandre Alfredo, o assessor estadual José Marinho de Lima, o chefe de  contratos e convênios, Durval Siqueira, o gerente executivo da Aesa, Alexandre Magno, e o representante da Fundação de Apoio ao Centro de e Tecnologia e Informações ( Facti), Christian Guimarães.

Fonte: paraíba.com

PARAÍBA BRASIL :INSA repasa campos experimentales de Palma (nopal, tuna) resistentes a los agricultores

14/09/15    JY   Geotecnologias

Hola todos !

Un proyecto se adelanta aquí en Paraíba con el proposito de ayudar a los agricultores que no pueden comprar las plantas que son más resistentes a plagas como por ejemplo, la cochinilla.

En realidad es un proyecto de revitalización de forraje de la palma que entregará por lo menos 5 millones de las raquetas de plantas resistentes a plagas de cochinilla llamadas carmín para pequeños propietarios. Durante las últimas dos semanas, el proyecto de revitalización de forraje Palma entregó a través de la firma del término de recibo, de los campos de la palma( tuna) a los titulares de los inmuebles donde se instalaron. El proyecto fue establecido por el Instituto Nacional de la (Insa/MCTI semiárida) que está ubicado  en Paraíba, a través de la implementación y gestión de 26 campos de búsqueda y multiplicación. Ha sido la administración directa de los agricultores (as) los campos de los municipios de Bonito de Santa Fé, Caturité, diamante, Santa Inés, Soledad, Zabelê y ubicada en Sumé semiáridas de Brasil. Harikrishnan Aguilar, investigadora y Coordinadora de Insa , explica que a finales de este año, la administración de todos los campos de Palma (tuna, nopal) devuelve a los propietarios de las tierras que fueron transferidos al proyecto que está implementando. En todas estas áreas el Insa sigue al menos dos cultivos de la planta y su distribución para los productores y productoras registradas por los sindicatos, socios rurales participando en eventos de capacitación llamados días de campo. En estas ocasiones, se dan instrucciones sobre la plantación y el mantenimiento de la cultura de tres variedades resistentes a la plaga de cochinilla carmín (oreja elefante-Mexicana de Palma dulce, Palma y Bahía de Palma). Los proyectos de investigación e innovación tecnológica del Insa es pasar prioridad a las comunidades de acción desde la formulación del proyecto, por lo que la ciencia y la tecnología generada pueden causar a la población, en una dinámica de la ciencia y la investigación-acción. Harikrishnan estima que hasta el momento ya se han entregado Palma resistentes de 2,7 millones y el final del proyecto se distribuirán unos 5 millones de raquetas. Jonas Duarte, Coordinadora del proyecto, explica que “en estos campos, mientras que al mismo tiempo desarrollan la investigación agronómica sobre estas variedades de Palma, el Insa establece contacto con el pequeño agricultor que se orienta sobre cómo proceder al cultivo de estas variedades”. En este caso es un punto muy importante para mantener el dialogo con el pequeño productor y que no se aleje de los programas.

Por: INSA

AESA – PARAÍBA inserida no plano do Conselho Mundial da Água

28/05/15   JY  Geotecnologias

Foi aprovado esta semana a adesão da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) em que convidou o Governo do Estado para o 8º Fórum Mundial da Água.

A adesão da Aesa foi aprovada pela Assembleia de Governadores que é formada por especialistas em recursos hídricos de seis países: Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, França e Turquia. “A partir de agora poderemos participar do debate global sobre a segurança dos recursos hídricos. Compartilhando o conhecimento com especialistas de outros países, vamos desenvolver melhor a nossa função e cumprir nosso papel, que é garantir água de qualidade para a população”, observou o presidente da Aesa, João Fernandes da Silva.

O Conselho Mundial realizou em abril deste ano, na Coreia do Sul, o 7º Fórum Mundial da Água. A próxima edição será em Brasília, em 2018. “Este é o maior evento mundial sobre recursos hídricos. São mais de 20 mil participantes e pela primeira vez o Brasil vai sediá-lo”, destacou João Fernandes, acrescentando que o tema será Compartilhando Água.

O Brasil tem, atualmente, 46 membros no Conselho Mundial da Água. A organização internacional é composta por representantes de governos, academias, sociedade civil, empresas e organizações não governamentais. Sua estrutura é constituída por um Comitê Mundial formado por 36 governadores, dos quais quatro são brasileiros. A sede permanente fica na cidade de Marselha, na França.

Fonte: AESA

Insa e FAO treinam estudantes para mapear cobertura florestal e uso do solo em áreas semiáridas da América Latina

07/08/15   JY   Geotecnologias

semiarida

O treinamento feito essa semana foi oferecido pelo Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). As atividades desenvolvidas na sede do Insa, em Campina Grande (PB), prosseguem até hoje, 7 de agosto. O curso é ministrado pelo analista da FAO, Marcelo Rezende.
Os 20 estudantes de graduação e pós-graduação selecionados por meio de chamada pública irão integrar o projeto Global Forest Survey, que tem o objetivo de mapear as dinâmicas de florestas para analisar mudanças no uso da terra, incluindo desmatamento, processos de reflorestamento ou expansão natural das florestas. Durante três dias, eles participarão de um treinamento com a ferramenta “Collect Earth” e, em seguida, por um período de sete dias, farão o mapeamento da cobertura vegetal do semiárido sul-americano.

Para cohecer o instituto e buscar saber mais sobre este e outros projetos ligados ao semiárido e meio ambiente acesse o site : INSA PARAÍBA

Fonte: Catarina Buriti