Arquivo da categoria: Gestão ambiental e meio ambiente

Terra de perigo para os ambientalistas

10/10/2017  JY  Geotecnologias

Olá todos,

Gente são impressionantes os dados! Estou falando do Brasil. O país aparece no topo do ranking internacional pelo quinto ano consecutivo. Das 200 mortes mapeadas pela Global Witness em 2016, 49 foram em solo brasileiro, onde estão em grande parte ligadas à expansão do agronegócio.

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A luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016, segundo a ONU. “A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes”, avalia a Global Witness.

Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.

A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. “Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos”, argumenta Kyte.

No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.

O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente”, afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.

A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de “liderança”. Lamentável.

 

Fonte: dw.com

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Artigo: Educação e Conhecimento em Ciências Ambientais

08/06/2017  JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Deixo aqui com vocês um artigo muito interessante no que diz respeito as práticas que motivam e impulsionam a sustentabilidade do planeta. Vale a pena ler!

As ciências desempenham um importante papel na divulgação do real significado das transformações do nosso planeta, enquanto sustentador da vida, com as estratégias apropriadas de desenvolvimento de acordo as várias áreas do conhecimento.

Atualmente, muitos pesquisadores apontam que a Educação Ambiental é uma das principais formas de atuação do movimento ecológico que pode obter resultados práticos e significativos. Esses resultados podem ser obtidos através das Ciências Ambientais, que é uma área criada para aprofundar mais nas disciplinas que são relacionadas ao Meio Ambiente como: Ecologia, Biologia, Geografia e Zoologia. A partir desse aprofundamento interdisciplinar, poderá estudar soluções para os grandes impactos ambientais gerados pelo homem.

No final do século XVIII são bastante intensos os impactos da Revolução Industrial sobre as condições de vida e saúde das populações. Principalmente nos países europeus, onde houve maior desenvolvimento nas relações industriais e de produção.  Contudo, esse domínio da tecnologia moderna sobre o meio natural trouxe conseqüências negativas para a qualidade da vida humana em seu ambiente. O homem, afinal, também é parte da natureza, depende dela para viver, e acaba sendo prejudicado por muitas dessas transformações, que degradam sua qualidade de vida.

O desenvolvimento da sociedade, impulsionada pela globalização, faz com que cada vez mais sejam absorvidos profissionais capacitados a planejar e gerenciar a qualidade do meio ambiente, assim, é a própria sociedade que demanda a participação destes profissionais no processo produtivo, obrigando as empresas e governos a situarem-se dentro de padrões economicamente produtivos, socialmente responsáveis e ecologicamente corretos para diminuir os problemas no meio ambiente.

Diante dos problemas sócio-ambientais, pode-se citar os mais graves segundo dados da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e desenvolvimento Sustentável:

  • Crescimento demográfico: A população mundial é de 6,1 bilhões de habitantes e deve chegar a 9,3 bilhões em 2050.
  • Pobreza e desigualdades: cerca de 2,8 bilhões de pessoas vivem com menos de US$ 2 por dia e cerca de 80% da riqueza mundial está nas mãos de 15% dos habitantes dos países mais ricos.
  • Superexploração dos recursos: a cada ano, a utilização dos recursos supera em 20% a capacidade do planeta de regenerá-los. Em 2050, a população mundial vai consumir entre 180% e 220% do potencial biológico do globo.
  • Mudanças climáticas: a combustão do petróleo, gás e carvão provoca emissão de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento do planeta.
  • Buraco na camada de ozônio: a camada de ozônio que cerca a Terra e a protege dos raios ultravioletas emitidos pelo sol diminuiu sob o efeito do clorofluorcarbono (CFC) utilizado em alguns produtos. Esse “buraco” que esta em cima do Antártico media 30 milhões de km² em outubro de 2001 e tende a aumentar.
  • Espécies ameaçadas: 11.046 espécies animais estão ameaçadas de extinção nas próximas décadas, principalmente pelo desaparecimento de seu habitat natural, o que representa 28% das espécies mamíferas, 15% dos pássaros, 28% dos répteis, 25% dos anfíbios e 40% dos peixes.
  • Acesso à água: cerca de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso a água potável e 2,4 bilhões não vivem em condições sanitárias decentes. A metade dos rios do mundo está num nível muito baixo ou poluído.
  • Erosão do solo: o crescimento da população acarreta uma enorme pressão sobre a agricultura e portanto uma demanda crescente de terras agrícolas.

Nas próximas décadas, a sobrevivência da humanidade vai depender da educação ecológica, da capacidade do ser humano compreender os princípios básicos da ecologia e viver de acordo com eles. Isso significa que essa educação tem de tornar-se uma qualificação essencial dos políticos, líderes empresariais e profissionais de todas as áreas, e tem que ser, um dos  assuntos mais importantes da educação primária, secundária e superior.

A natureza e o homem devem viver em harmonia e equilíbrio, com isso, precisamos ensinar aos estudantes os fatores fundamentais da vida e a educação através das ciências ambientais, que é o primeiro passo em direção à sustentabilidade.

Por: Romulo Lima, Geógrafo, UESB-BA.

Mudanças no licenciamento ambiental X tramites do governo brasileiro

15/12/2016   JY  Geotecnologias

Olá pessoal,

Também somos ambientalistas! Estamos na luta!

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Algumas mudanças foram discutidas no Congresso Nacional e o governo Temer resolveu deixar para o ano que vem algumas propostas fornecidas pelo MMA.

São elas:

  1. POSSIBILIDADE DE ESTADOS E MUNICÍPIOS FLEXIBILIZAREM AS REGRAS DE LICENCIAMENTO – as regras atenderão as realidades ambientais locais;
  2. ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS E AGROINDUSTRIAIS FICARÃO DISPENSAS DE LICENCIAMENTO – atualmente atividade poluidoras precisam de studos de impactos ambientais e licenciamento, o questionamento é a pressão nos  setores associados a danos ambientais.
  3. NÃO OBRIGATORIEDADE DE CONSULTAS A POPULAÇÕES INTERESSADAS E AFETADAS EM REALIZAÇÕES DE OBRAS – atualmente é necessária a consulta popular. Com a mudança ocorrerá o não direito aos interesses da informação as pessoas afetadas.
  4. AUTOLICENCIAMENTO: UM CADASTRO FEITO PELA INTERNET SEM ANÁLISE – hoje sistemas de autolicenciamento garantem a gestão dos impactos e atividade poluidoras. Com a mudança esse cadastro virtual não existirá consequentemente aumentará o descontrole da poluição ambiental.

Precisamos está atentos aos prazos dessas licenças ambientais bem como os tramites que chegam no Congresso, pois do contrário estaremos sujeitos a um desequilíbrio ambiental complexo e grave no país. Pois o consumo e as atividades que movimentam o país como por exemplo o agropastoril, o industrial, liberam toneladas e mais toneladas de resíduos e se não existir planejamento e licença ambiental para tais atividades, estaremos a criar uma grave crise ambiental.

Fonte: http://www.folha.uol.com.br/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil estimula o mercado de biocombustíveis*

17/11/2016  JY   Geotecnologias

O governo federal inaugurou ontem, dia 16,  um mecanismo para promover o uso de biocombustíveis no Brasil e no mercado internacional. O lançamento da Plataforma para o Biofuturo ocorreu na 22ª Conferência das Partes (COP 22) sobre mudança do clima, em Marrakech, no Marrocos. A medida inclui um total de 20 países, entre os mais relevantes para o setor. O objetivo é promover o corte de emissões na área de transporte e, com isso, conter o aquecimento global.

A plataforma atrairá as atenções do mundo para iniciativas brasileiras como o desenvolvimento de biocombustíveis de segundo geração produzidos em território nacional. No lançamento, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, declarou que o projeto contribuirá para o cumprimento das metas brasileiras de corte de emissões. “A iniciativa abre espaço para uma bioeconomia totalmente nova e de baixo carbono, pois oferece alternativas ao material de origem fóssil”, explicou.

O lançamento da plataforma na COP 22 reforça o engajamento do Brasil com a questão climática e abre espaço para novas oportunidades. Na ocasião, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, endossou a necessidade de medidas de baixo carbono na área de transportes. “É preciso que as sociedades de outros países abram suas fronteiras para os biocombustíveis no sentido de reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, afirmou.

Investimentos

 O objetivo é atuar, também, como um instrumento para atrair investidores e formuladores de políticas públicas. O subsecretário-geral de Meio Ambiente do Ministério de Relações Exteriores (MRE), embaixador José Antonio Marcondes de Carvalho, afirmou que o sistema fomentará ações de produção, comercialização e pesquisa de biocombustíveis. “A plataforma multisetorial identificará uma das lacunas de ação nessa agenda”, explicou.

A coalizão formada com plataforma inclui o Brasil e o Marrocos, anfitriões do evento de lançamento, e outros 18 países: Argentina, Canadá, China, Dinamarca, Egito, Estados Unidos, Filipinas, Finlândia, França, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, Moçambique, Paraguai, Reino Unido, Suécia e Uruguai. Todos eles serão envolvidos em um modelo operacional flexível, com o objetivo de aumentar o diálogo político entre os países nas áreas de pesquisa e desenvolvimento.

Fonte: MMA

Pará (Brasil): Preservação dos Recursos Hídricos com a utilização de Vants

05/06/2016   JY  Geoecnologias

Olá pessoal,

Em se tratando de disponibilidade de água, que no momento não é o nosso caso aqui na Paraíba, o Estado do Pará vem intensificando cada vez mais a preservação de seus mananciais e matas ciliares. Aqui no Nordeste sabemos que por estamos localizados numa região semiárida, a escassez de água nos promove uma serie de obstáculos a enfrentar, como é o caso atual da disponibilidade hídrica do açude de Boqueirão(Epitácio Pessoa) que abastece a cidade de Campina Grande na Paraíba.

As questões climáticas e a escassez de recursos hídricos no mundo são alguns dos problemas enfrentados na atualidade. Essas questões se devem, entre outros fatores, à diminuição da cobertura florestal provocada pelo desmatamento na Amazônia. Para conter essa prática ilegal, o governo do Pará tem investido cada vez mais em políticas públicas de preservação e sustentabilidade, com ações integradas entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas), Programa Municípios Verdes (PMV) e Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), entre outras instituições.

“A questão do desenvolvimento sustentável é importante para todo o planeta, mas ela é especialmente importante para nós, da Amazônia. Não podemos continuar com a ideia de que isso é um peso nas nossas costas, pelo contrário, temos que ter isso como um ativo, como uma razão para contribuir, para melhorar a condição da produção, do emprego, da renda, da riqueza e, sobretudo, garantir melhor qualidade de vida para a nossa gente”, afirmou o governador Simão Jatene.

Entre os avanços contabilizados pelo Estado está a instituição de Unidades de Conservação (UC). De acordo com o presidente do Ideflor-Bio, Thiago Valente, o Pará mantém, criados e sob gestão, mais de 20 milhões de hectares. “Seguindo a trajetória de identificação desses ecossistemas fragilizados e com potencial biológico muito grande, seguimos na criação de quatro novas unidades de conservação no estado, divididas em dois pequenos blocos: duas no município de Senador José Porfírio e duas em Maracanã, na região costeira”, adiantou o gestor.

A área em Senador José Porfírio é uma reserva de desenvolvimento sustentável maior, que possui um grande refúgio de vida silvestre, com destaque para a tartaruga da Amazônia. “Nessa região ocorre a maior postura de ovos dessa espécie na América Latina. E essa é uma informação que reflete a relevância da criação dessa área protegida”, salientou Valente.

O outro pequeno bloco, no município de Maracanã, também é uma reserva de desenvolvimento sustentável que tem como destaque a proteção da flora. “Pioneiramente, aqui dentro do estado estamos criando um refúgio de vida silvestre para garantir eminentemente a proteção da flora, mas que consequentemente vai se estender à fauna”, acrescentou o titular do Ideflor.

A criação de uma UC precede uma série de estudos que identificam o potencial da área, audiências públicas para ouvir a população e estudos sobre a flora, fauna, solo e relevo, entre outros pontos. “Estamos num momento em que todos esses diagnósticos já foram executados, e eles ratificaram a necessidade da existência dessas unidades. Vivemos agora o momento de festejar a assinatura do ato que vai criar, de fato, essas unidades.

O próximo passo vai ser conseguir implementá-las e materializar o objetivo e o proposito pela qual foram criadas”, anunciou. Segundo o gestor, a expectativa é que os decretos sejam assinados durante a Semana do Meio Ambiente. Atualmente o Ideflor-bio é responsável pela gestão de 21 Unidades de Conservação, sendo 14 de Uso Sustentável e 7 de Proteção Integral. Entre elas estão o Parque Estadual do Utinga, Área de Proteção Ambiental (APA) da Ilha do Combu, APA Marajó, e APA Algodoal-Maiandeua.

Ações – A descentralização das atividades de licenciamento é uma das ações desenvolvidas para a melhor gestão ambiental no estado. Para isso, as secretarias municipais estão recebendo equipamentos e capacitação técnica que permitam a execução dessas operações.

“Os equipamentos fazem parte de um projeto maior, fortalecido com a resolução do Coema n° 120, que aumentou o poder dos municípios para fazer o seu licenciamento ambiental”, explica o secretário de Estado de Meio Ambiente, Luiz Fernandes. A resolução foi publicada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente em agosto de 2015 e dispõe sobre as atividades de impacto ambiental local de competência dos entes municipais.

De 2013 até agora, 86 municípios paraenses foram atendidos com a entrega de materiais para ações ambientais. Já foram entregues 246 motocicletas, 392 capacetes, 160 GPSs, 150 computadores, 150 no-breaks, 100 impressoras, 80 binóculos, 80 câmeras fotográficas e 27 embarcações com motor e carretas rodoviárias.

As ações também contemplam a capacitação de gestores e técnicos das secretarias e conselhos municipais. De janeiro a março deste ano, 484 pessoas foram qualificadas em 127 cidades, com destaque para o Marajó, que pela primeira vez esteve representado pelos 16 municípios da região.

“Já adquirimos motocicletas suficientes para atender todos os municípios, mas os gestores precisam adequar a sua legislação local para poder receber esses veículos. Vale ressaltar que mesmo o município que ainda não tem legislação própria puderam encaminhar técnicos e gestores para receber capacitação”, explica o titular da Semas.

Resultados – A parceria entre o Programa Municípios Verdes e a Semas também possibilitou a redução em 50% do índice de desmatamento no estado nos últimos cinco anos. Segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 2010, as áreas de floresta desmatadas somavam 3.770 km². Já em 2015 esse número caiu pela metade, registrando 1.881 km².

Para o titular do PMV, Justiniano Netto, a diminuição expressiva só foi possível com atuação em todas as frentes. “O Pará ainda é um estado com grande registro de desmatamentos, mas nos últimos cinco anos apresentou uma redução maior do que a registrada na Amazônia, com 16%. Ainda temos ainda muito a fazer, mas acredito que estamos no caminho certo”, ponderou o gestor.

O programa, criado em 2011, com o objetivo de fortalecer o combate ao desmatamento no estado e a produção rural sustentável, atualmente conta com a adesão de 107 municípios. Para obter o certificado de “Município Verde” é preciso cumprir uma série de metas que envolvem a redução do desmatamento em 40 km² anuais, ter 80% das áreas cadastráveis inseridas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e sair da lista de embargo do Ministério do Meio Ambiente.

“Esse título se consolidou e conquistá-lo passou a ser uma meta dos municípios paraenses. Atualmente, são municípios verdes Brasil Novo, Canaã dos Carajás, Dom Eliseu, Cumaru do Norte, Óbidos, Paragominas, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Tailândia, Ulianópolis, Xinguara, Santarém e Tucumã”, relata Justiniano Netto.

As ações do PMV são focadas no monitoramento, ordenamento ambiental e fundiário, e na estruturação da gestão ambiental. A iniciativa também trabalha na implantação do CAR, um dos instrumentos do Programa de Regularização Ambiental (PRA), instituído por meio do Decreto nº 1.379 de setembro de 2015. A adesão é exigida pelas instituições financeiras para concessão de crédito agrícola e por outros mercados como comprovação de regularidade ambiental. “O Pará teve um grande avanço nesse sentido. Em 2010 tínhamos em torno de 20 mil cadastros e hoje já temos mais de 160 mil, o que corresponde a 70% de áreas cadastradas no estado”, comemora o governador Simão Jatene.

De acordo com a Semas, o Pará é o primeiro estado do país a implementar o PRA e lançar o Portal da Regularização Ambiental, plataforma que monitora via satélite as áreas desmatadas em território paraense após o marco regulatório do Código Florestal, em julho de 2008. O objetivo é produzir informações sobre as atividades de regularização de propriedades com desmatamento detectado pelo portal. “O Pará é o primeiro estado brasileiro a regulamentar o código florestal, com a criação do Programa de Regularização Ambiental, lançado em janeiro deste ano”, acrescenta Luiz Fernandes.

Para estimular os municípios paraenses a adotarem iniciativas de preservação e conservação ambiental, o governo estadual também criou, na década de 1990, o ICMS Verde, que busca compensar os municípios que desenvolvem políticas socioambientais e educativas. Em 2014, foram repassados R$ 38 milhões e, em 2015, aproximadamente R$ 77 milhões, correspondentes a 4% do valor total do ICMS. A expectativa é que até 2017 esse percentual aumente para 8%, com estimativa de transferência R$ 140 milhões.

Controle – Outro avanço na fiscalização é a instrução normativa da “Juquira”, aprovada pela Semas em 2015, fruto da revisão e aperfeiçoamento da normativa anterior (2/2014). O marco regulamenta os procedimentos para a queima controlada, veda novos desmatamentos de floresta primária e a limpeza de vegetação secundária em estágios médio e avançado, consolidando as diretrizes contidas no Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado (ZEE). A iniciativa também visa garantir segurança jurídica aos produtores rurais, que passam a ter regras claras sobre como fazer a limpeza nas chamadas “áreas consolidadas”.

A Lista de Desmatamento Ilegal (LDI) também é um meio utilizado para conter o desmatamento ilegal. Criada em 2014, a LDI impõe dificuldade para quem tenta burlar a lei com apoio da tecnologia, que identifica as agressões ambientais. Quem estiver na lista perde o direito à concessão de licenças, serviços e qualquer tipo incentivo público. Atualmente 11.222,27 hectares estão inseridos nessa listagem. Uma das finalidades é contribuir para que o estado possa atingir, até 2020, o Desmatamento Líquido Zero, compromisso assumido em 2010 durante a Rio+20.

A Semas também mantém um comitê de monitoramento e fiscalização que dispõe de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), que utilizam imagens de satélite e estações de monitoramento climático para detectar o desmatamento. As ações são desenvolvidas em parceria com outras secretarias e instituições, além da sociedade civil.

No primeiro semestre deste ano foram realizadas 24 operações de fiscalização, 270 autuações e 33 apreensões de material ilegal, com destaque para a operação Gaia, realizada em março, que apreendeu cerca de 6.000 m³ de madeira em Moju, no nordeste paraense; e a Operação Tempestas, realizada em abril, que desarticulou uma organização criminosa especializada em lavagem de produtos florestais que atuava no Pará e outros estados. Entre agosto e dezembro de 2015, foram apreendidos 2.897m³ de madeira serrada e de 23.683 m³ de madeira em toras.

Fonte: Lidiane Sousa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONôMICA DOS PLANTIOS DE UMBUZEIROS DO SEMIÁRIDO

10/03/2016   JY  Geotecnologias

Natural da Caatinga, o umbuzeiro é uma alternativa importante às famílias agricultoras que buscam o extrativismo de frutas nativas como forma de convivência com o Semiárido e geração de renda. Mas, para que essa alternativa possa perdurar, é fundamental que a Caatinga seja conservada e novos plantios aconteçam. Outra característica que faz da espécie um aliado da convivência com o Semiárido é a possibilidade de usos do umbu, bem como a diversificação à base de produtos da fruta – umbu desidratado, doce de compota, doce de corte, calda, sorvete, entre outros.

Segundo informações da Embrapa Semiárido, os umbuzeiros, em sua maioria centenários, têm dificuldades de deixarem descendentes. Isso porque acabam sendo pastejados, principalmente por ovinos e caprinos. Um caminho, portanto, é a renovação das populações de umbuzeiros a partir do enriquecimento da Caatinga. De que forma? Implantando mudas em áreas protegidas, para impedir o pastejo.

Recomenda-se que o plantio das mudas aconteça no período de chuva, em trilhas abertas no meio da vegetação nativa. Para quem está interessado, algumas dicas:

Como obter mudas de umbuzeiro

Elas podem ser conseguidas via propagação sexuada (plantio dos caroços) ou assexuada (utilizando vegetativas, como estacas, borbulhas e ponteiros para enxertia).  A propagação por semente tem germinação lenta, o que pode dificultar a produção comercial de mudas. Mudas oriundas de sementes contribuem para enriquecer a Caatinga e formar porta-enxertos, mas demoram, em média, 10 anos, para iniciar a produção de frutos.

A enxertia é um método de propagação vegetativa mais rápido.Plantas enxertadas iniciam a produção por volta de 4 anos de idade.

Veja mais na Cartilha Uso Sustentável do Umbuzeiro – Estratégia de Convivência com o Semiárido, do Instituto Nacional do Semiárido (INSA):  Clique aqui.

Para melhor aproveitar o umbu

Como o umbu estraga rápido e o umbuzeiro propicia apenas uma safra por ano, a comercialização dos frutos in natura pode ficar comprometida. Sendo assim, uma alternativa é o processamento – transformação do fruto em produtos derivados. Importante lembrar: ao processar, não descarte as sementes. Elas podem contribuir na produção de mudas e de porta-enxertos, sem falar do enriquecimento da Caatinga.

Saiba mais da experiência de beneficiamento de umbu da Cooperativa de Produção e Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia (COOPROAF). Cliqueaqui.

Leia também a experiência sistematizada da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC): aqui.

As ofertas da Energia Renovável

22/02//2016   JY  Geotecnologias

A  energia renovável no campo aumenta a produtividade e também levar mais condições ambientalmente corretas. Esse tipo de energia tem ampla variedade de aplicações no meio rural, como as placas fotovoltaicas por exemplo.

Os sistemas solares fotovoltaicos, principalmente aqueles integrados as edificações urbanas e interligados ao sistema de distribuição, oferecem diversas vantagens para o sistema elétricos, muitas das quais relacionadas a custos evitados e que ainda não são considerada ou quantificadas. Veja abaixo algumas delas:

  • Redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida;
  • Redução de investimentos em linhas de transmissão e distribuição;
  • Edifícios com tecnologia fotovoltaica integrada não exigem área física dedicada;
  • Edifícios solares fotovoltaicos fornecem os maiores volumes de eletricidade nos momentos de maior demanda (Ex.: o uso de ar-condicionado é maior ao meio-dia no Brasil, quando há uma maior incidência solar);
  • Quando distribuídos estrategicamente, os geradores fotovoltaicos oferecem mínima capacidade ociosa de geração: por sua grande modularidade e custos prazos de instalação, podem ser considerados como um Just-in-time de adição de capacidade de geração.

Um Exemplo em Quixeré

Assim que começou a utilizar energia eólica, a fábrica já reduziu os gastos com energia pela metade. “Gastávamos cerca de R$ 1,3 mil. Hoje pagamos R$ 400”, comemora. O agricultor conta que são inúmeros os benefícios em usar energia renovável. “Agora temos energia limpa e gastamos menos. É um conforto não se preocupar com o saldo de energia. Também conseguimos reduzir o preço da nossa mercadoria, o que nos permitiu concorrer com o produto no mercado”, explica Francisco.

O agricultor Francisco Ednaldo, presidente da Associação Comunitária Ribeirinha de Barreiras, que conta com 20 associados, já trabalha na implantação da segunda fábrica de beneficiamento de frutas, que será mais moderna e vai gerar mais emprego e renda na comunidade. “Ainda esse ano deve ficar pronta. Com a fábrica vamos poder empregar mais umas 30 pessoas”, comemora.

Ao adquirir os equipamentos, por meio do Programa Mais Alimentos, os agricultores familiares e assentados da reforma agrária financiam materiais com condições de crédito diferenciadas das praticadas no mercado. Além disso, todos os contratos incluirão os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

O investimento nesses equipamentos, segundo Lucas Ramalho, é alto e leva alguns anos para que haja compensação financeira. “Isso leva, dependendo do lugar, de sete a dez anos. Como o Mais Alimentos dá dez anos para o pagamento desses produtos o investimento compensa. O que o agricultor deixar de pagar com fatura de energia elétrica e economizar ele consegue fazer o pagamento do investimento”, explica.

Fonte: brasil.com

 

Conservação do solo *

09/12/2015  JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

A UFPR está divulgando um vídeo bastante informativo juntamente com o  Instituto Agronômico do Paraná  que apresenta o tema “conservação do solo” em linguagem adequada ao público do ensino fundamental e médio e afins.
Confiram:

O vídeo está disponível nos links:
https://vimeo.com/147723619
https://www.youtube.com/watch?v=CLtUvcVrZ9Y

No link do Vimeo (https://vimeo.com/147723619) também é possível fazer o download gratuito do vídeo.

Fonte: SBCS

 

FAO e EMBRAPA:estudo aponta 33% de degradação dos solos a nível de mundo

08/12/2015    JY  Geotecnologias

Os solos estão perdendo seu espaço em fertilidade ! 

Pesquisas recentes da FAO em parceria com a EMBRAPA SOLOS revelaram em um documento que 33% dos solos do mundo estão degradados.

Entre outros prejuízos, como selamento da terra – que agrava as enchentes – e perda de fertilidade, os solos degradados captam menos carbono da atmosfera, interferindo nas mudanças climáticas. Por outro lado, quando gerido de forma sustentável, o solo pode desempenhar um papel importante na diminuição das alterações climáticas, por meio do sequestro de carbono e outros gases de efeito estufa.
Status of the World’s Soil Resources”  reúne o trabalho de cerca de 200 cientistas do solo de 60 países. A pesquisadora da Embrapa Solos, Maria de Lourdes Mendonça, faz parte do conselho editorial e pesquisadores de outras unidades também participaram da publicação. O evento de lançamento do documento no País será no auditório da Embrapa Solos, a partir das 8h30, em cerimônia que contará também com a presença do ministro do TCU, Aroldo Cedraz, e do representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic.
Somente a erosão elimina 25 a 40 bilhões de toneladas de solo por ano, reduzindo significativamente a produtividade das culturas e capacidade de armazenar carbono, nutrientes e água. Perdas de produção de cereais devido à erosão foram estimadas em 7,6 milhões de toneladas por ano. Se não forem tomadas medidas para reduzir a erosão, haverá a diminuição total de mais de 253 milhões de toneladas de cereais em 2050. Essa perda de rendimento seria equivalente a retirar 1,5 milhão de quilômetros quadrados de terras na produção de culturas – ou cerca de toda a terra arável da Índia.
Na América Latina o cenário também é preocupante. “Cerca de 50% dos solos latinoamericanos estão sofrendo algum tipo de degradação. No Brasil, os principais problemas encontrados são erosão, perda de carbono orgânico, e desequilíbrio de nutrientes”, explica Maria de Lourdes.
Os solos brasileiros também sofrem com a salinização, poluição, acidificação. “A agricultura familiar retira mais nutrientes do solo do que repõe. Isso acontece porque falta conhecimento mais detalhado do solo e políticas públicas para que o pequeno produtor possa fazer o manejo adequado da terra”, aponta a pesquisadora. Segundo ela, o Brasil é o país que mais possui áreas que podem ser incorporadas à agricultura, porém precisa avançar na adoção de práticas sustentáveis na produção de alimentos e no conhecimento dos solos. “Possuímos tecnologias que promovem a agricultura sustentável, mas elas precisam ser mais adotadas pelos produtores, tais como o plantio direto, a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e a fixação biológica de nitrogênio, por exemplo. No entanto, somente com o conhecimento detalhado dos solos é que será possível dar suporte ao crescimento dessa agricultura sustentável”, informa Maria de Lourdes. Até 2030 será necessário aumentar a produtividade mundial de alimentos em 60% para suprir a população que somará 8,5 bilhões de pessoas.
 “A perda de solos produtivos prejudica gravemente a produção de alimentos e a segurança alimentar, amplifica a volatilidade dos preços dos alimentos e, potencialmente, mergulha milhões de pessoas à fome e à pobreza. Mas o relatório também oferece evidências de que essa degradação pode ser evitada, “disse Diretor Geral da FAO, José Graziano da Silva.
O relatório constata que as mudanças climáticas – foco da conferência das Nações Unidas COP21 em Paris – é mais um forte motor da mudança do solo. Temperaturas mais altas e eventos climáticos extremos relacionados, tais como secas, inundações e tempestades impactam diretamente na quantidade e fertilidade do solo.  As alterações no clima também têm reduzido a umidade e esgotando as camadas de solo rico em nutrientes. Também têm contribuído para um aumento na taxa de erosão do solo e recuo da costa, proporcionando o avanço do mar cada vez maior.
A acumulação de sais no solo reduz o rendimento das culturas e pode eliminar completamente a produção vegetal. Salinidade induzida por humanos afeta um número estimado de 760.000 quilômetros quadrados de terra em todo o mundo – uma área maior do que toda a terra arável no Brasil. No País, a área mais afetada pelo problema é o Nordeste, geralmente provocada por irrigação em áreas impróprias.
Por fim, a acidez do solo é um grave obstáculo à produção de alimentos em todo o mundo. Os solos mais ácidos do mundo estão localizados em áreas da América do Sul que sofreram desmatamento e agricultura intensiva.
Clique aqui e acesse o relatório completo.

Recuperação de áreas nativas- veja como é possível !

30/11/2015   JY   Geotecnologias

O biólogo da Embrapa Rodiney de Arruda Mauro, pesquisador na área de gestão ambiental da Embrapa Gado de Corte, uma das Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), localizada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, dá dicas de como recuperar áreas nativas degradadas e se manter na legalidade.

Segundo o especialista, há três técnicas que podem ser utilizadas pelo produtor para recuperar áreas nativas que se degradou pelo tempo de uso ou mesmo por práticas agrícolas inadequadas. A primeira é simplesmente vedar a área para que ocorra a regeneração natural de plantas nativas. A segunda é a reconstituição do horizonte A – aporte de solo em cima da camada rochosa. E a terceira é a vedação da área e o plantio de mudas.

A técnica mais barata é a primeira. A segunda técnica que não custa muito é a terceira, onde a área é vedada e é feito um plantio de mudas nativas. A que onera um pouco o bolso é a segunda técnica, porém é a que recupera mais rápido.

As três técnicas foram utilizadas para recuperar áreas da Embrapa Gado de Corte que sofreram desgastes pelo tempo de utilização. Após cinco anos a paisagem é outra, áreas totalmente recuperadas, constatadas no local e pelas fotos de satélite.

Na Fazenda Modelo nascentes em área de Cerrado estão preservadas, fruto do trabalho de empregados como do pesquisador Rodiney e do assistente Celso Souza Martins. A área foi cercada, o acesso de animais foi limitado, as nascentes foram isoladas e ao redor foram plantadas espécies nativas. “Com o tempo cuidamos o crescimento das mudas, controlamos o ataque de formigas e acompanhamos a rebrota natural das sementes existentes no solo”, relata o assistente consciente da importância de se preservar o ambiente para as gerações futuras.

A fazenda da sede da Embrapa em Campo Grande, com mais de três mil hectares, é utilizada para realização de pesquisas com gado e é natural que algumas áreas, após muitos anos de uso apresentassem pontos de degradação. Duas nascentes apresentavam água no período da chuva e o solo estava compactado com o pisoteio dos animais.

As áreas foram vedadas com cercas a 50 metros a partir da margem das nascentes; plantou-se mudas nativas e a depredação por pessoas estranhas também foi controlada. O cenário hoje mudou, a vegetação nativa foi recuperada e as nascentes estão com água o ano todo.

Recuperação das áreas de cascalheiras

Local composto por pedras britas ou restos de rochas que são retirados para utilização de pavimentação – deu um pouco mais de trabalho, mas compensou. Rodiney Mauro explica que durante três décadas a área foi utilizada para a retirada de cascalhos usados em substratos de estradas. O que se via nas fotos de satélite era uma área descoberta de vegetação. “A melhor forma de recuperar a área, em torno de 15 hectares, foi aportar solo de outros locais”, explica o pesquisador Rodiney. Vários caminhões de aterro como solos da camada superficial e ricos em sementes e minerais foram colocados na área, bem como o plantio de mudas nativa.

Em quatro anos o que se vê é a recuperação plena da área, o gado pastoreia no local de vez em quando e as visitas são controladas. Segundo Rodiney recuperar áreas de cascalheiras não é tão simples, mas é totalmente possível, e o custo, que não é tão alto, vale a pena. “O produtor é um grande aliado na conservação da vegetação nativa o que lhe garante a sustentabilidade da propriedade”, ressalta.

E com relação ao CAR?

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro público eletrônico obrigatório que deve ser feito junto ao órgão ambiental estadual ou municipal competente. Ele é gratuito e só pode ser feito pelo computador.

O produtor entra na página do CAR, baixa o programa, preenche os dados pessoais e da propriedade como localização, Áreas de Preservação Permanente (APP), Áreas de Reserva Legal (RL) e Áreas de Uso Restrito (AUR) e o próprio sistema fornece as imagens de satélite do imóvel rural.

Os dados do CAR irão integrar o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), que tem por finalidade administrar e monitorar a recomposição, regeneração, compensação e a supressão de áreas de vegetação nativa dos imóveis rurais do Brasil.

“É importante todo produtor regularizar suas áreas, pois isso lhe trará segurança jurídica no processo produtivo, além de ficar em dia com suas obrigações produtivas e ambientais”, diz o pesquisador Rodiney Mauro que acrescenta: “aqueles que não regularizarem a situação do seu imóvel não terão acesso a crédito rural e demais políticas de auxílio ao produtor como o Programa de Recuperação Ambiental (PRA), criado para apoiar os produtores na recomposição dos passivos ambientais”.

O produtor que tiver passivo ambiental, como áreas degradadas deverá aderir ao PRA e se comprometer em recuperar as áreas de preservação permanente e de reserva legal. Cada estado deverá implantar o seu PRA e ditar regras de acordo com as características ambientais da região. Enquanto o Programa não sai, não haverá cobrança de multas.

Tire suas dúvidas ao efetuar o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Proprietários rurais têm até maio de 2015 para realizarem o registro

Até o próximos posts !

Fonte: MMA