Arquivo da categoria: Campina Grande – PB

Terra do maior São João do mundo!

TECNOLOGIA AGRÍCOLA: SILO BOLSA LABOREMUS

07/02/2017  JY Geotecnologias

SBL35n

Olá pessoal,

Aqui na Paraíba a empresa Laboremus está lançando com exclusividade o SBL-35N, um equipamento de silagem mais prático e moderno para um melhor aproveitamento de resíduos agroindustriais.

Vamos dá uma olhada nesse vídeo:

E ai o que acharam? Também gostei!

Características Técnicas

• Produção entre 1500 e 3000 kg/h

• Sacos pesando entre 25 e 35 kg com excelente compactação.

• Potência: motor de 3cv, mono, IV polos (1750 RPM).

• Acompanha: chave de partida automática, polia e correias para motor.

• Possui fim de curso no início e no fim do ensacamento possibilitando maior segurança.

• Mancais embutidos – evita contaminação com a graxa de lubrificação.

• Sistema exclusivo de frenagem – não precisa ficar acionado no deslocamento.

• Mais ergonômico – posição da alça da gaveta mais alta para facilitar o manuseio.

• Maior compactação – saída com formato sextavado para evitar que saco gire.

• Regulagem de fim de curso de 80 a 100 cm– utiliza sacos de 52 cm de diâmetro com comprimento de 110 a 130 cm.

Vantagens

• Facilita o transporte e o armazenamento da ensilagem nos sacos.

• Reduz o risco da perda da silagem na abertura. (1% em relação 20% do sistema convencional).

• Menos pessoas envolvidas reduzindo custo.

• Possibilidade de comercializar o excedente gerando renda extra.

• Retirada da forragem conforme a necessidade.

• Possibilidade de fracionar a ensilagem de acordo com a conveniência.

 OBS:  As produções dependem do material utilizado, do grau de umidade e da quantidade de pessoas envolvidas no processo.

Quer saber mais? Entre em contato com a empresa e faça seu orçamento!

LABOREMUS – PARAÍBA

ÁFRICA X BRASIL: Cultivo do Algodão em sistema de plantio direto*

06/10/2016   JY Geotecnologias

Resultado de imagem para AFRICA X BRASIL AGRONEGOCIO

Olá pessoal,

A nossa querida Embrapa Algodão aqui de Campina Grande, está com um projeto de capacitação de pesquisadores africanos.

A capacitação dos pesquisadores africanos em sistema de plantio direto marca o início da segunda fase do projeto de Fortalecimento tecnológico e difusão de boas práticas agrícolas para o algodão nos países do C-4 e Togo.

“O algodão é considerado pelos países africanos produtores como a locomotiva principal, mas também é preciso proteger o solo para garantir a sustentabilidade alimentar do sistema de produção”, afirma o coordenador do projeto Cotton 4 + Togo, José Geraldo Di Stefano.

Neste ano também serão realizadas capacitações voltadas principalmente aos técnicos das estações de pesquisa, vulgarizadores (multiplicadores) e produtores abordando os três eixos tecnológicos do projeto, o plantio direto, Manejo Integrado de Pragas e a planta do algodoeiro.

Para fortalecer a adoção das tecnologias divulgadas pelo projeto dentro da dinâmica dos diferentes sistemas de produção dos cinco países foram implantadas 19 Unidades Comunitárias de Aprendizagem. “Essas unidades nos permitirão medir com precisão os resultados do Manejo Integrado de Pragas, o desempenho das diferentes variedades de algodão e principalmente o efeito do plantio direto sobre as culturas”, explica.

Di Stefano salienta que a capacitação e a revitalização das estações de pesquisa são os principais alicerces do C-4 + Togo nesta segunda fase. “A revitalização dos laboratórios possibilitará o apoio necessário para subsidiarem as dificuldades do sistema de produção, fortalecendo a oportunidade da elaboração de projetos de pesquisa, assim podendo consolidar a importância das instituições de pesquisa nos seus respectivos países”, declara.

A capacitação se encerrou nesse último dia 2 de outubro. Durante a cerimônia de abertura estiveram presentes o diretor do Instituto de Economia Rural (IER) do Mali, Boureima Dembele, o secretário geral do Ministério da Agricultora do Mali, Daniel Siméon Kelema, o encarregado de negócios da embaixada brasileira, André Bueno, o chefe-geral da Embrapa Algodão, Sebastião Barbosa, e o coordenador geral da gerência de África, Ásia e Oceania da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Nelci Caixeta.

Cotton 4 + Togo

Desenvolvido pelo Brasil em conjunto com Benim, Burquina Faso, Chade, Mali e Togo, o projeto Cotton-4 + Togo tem por objetivo ajudar os cinco países africanos a desenvolver o setor cotonícola, aumentando a produtividade, a diversidade genética e a qualidade do produto cultivado. O projeto é coordenado pelaAgência Brasileira de Cooperação (ABC) em conjunto com a Embrapa.

Na primeira fase, iniciada em 2010, foram alcançados resultados duradouros, com destaque para a implantação, no Mali, de um complexo de escritórios, laboratório de entomologia para a criação de inimigos naturais das principais pragas da planta do algodoeiro na região, câmara fria para armazenamento de recursos genéticos, galpão para beneficiamento de amostras e espaço para gerador de energia. Além disso, houve revitalização dos laboratórios de solos e biotecnologia.

A nova fase tem como objetivos contribuir para o aumento da competitividade da cadeia produtiva do algodão nos países do C-4 e Togo, adaptar tecnologias competitivas para o cultivo do algodão em pequenas propriedades e reforçar as capacidades das instituições coexecutoras para o desenvolvimento de soluções tecnológicas adequadas ao setor produtivo algodoeiro dos países parceiros.

Por: Edna Santos (MTB-CE 01700)
Embrapa Algodão  (83)3182-4361

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Picador Triturador LB2n Laboremus

06/10/2016  JY  Geotecnologias

TECNOLOGIA PARA O CAMPO !

Resultado de imagem para LABOREMUS

Forrageira com alto potencial produtivo, ideal para preparação de ração animal a partir de diversas matérias-primas.

lb2n  

material-bruto-capim material-bruto-capim material-bruto-capim

Versátil

Corta produtos secos ou verdes e tritura grãos em uma única máquina.

material-bruto-capim material-bruto-canaacucar material-bruto-mandioca
material-bruto-milho
Sistema de PeneirasTritura grãos em diferentes tamanhos, para preparação de vários tipos de alimentos.  peneiras
Capim Milho
corte-processado-capim corte-processado-milho-1mm corte-processado-milho-3-18mm corte-processado-milho-6-35mm corte-processado-milho-12-70mm
Corte com navalhas Grânulo com peneira 1.60 mm Grânulo com peneira 3.18 mm Grânulo com peneira 6.35 mm Grânulo com peneira 12.7 mm
E mais:

– Pintura epóxi para mais resistência e durabilidade.
– Motor intermitente para forrageiras Nova Motores.
– Melhor manutenção e assistência técnica para peças e acessórios.
– Motor e chave liga/desliga de fábrica. É só ligar e usar!

Produção:
 
Produto (kg/h)
Capim/Cana 500 a 600
Fubá (1.6 mm) 50 a 60
Xerém fino (3.18 mm) 200 a 250
Xerém grosso (6.35 mm) 130 a 180
Milho em espiga (12.7 mm) 130 a 180
Dados Técnicos:
Motor elétrico
Potência: 2,0 CV
Rotação: 3500 rpm
Garantia: 1 ano.

Baixe aqui o manual de instruções: MANUAL 

Replantio sem queima? Use o triturador MTCn Laboremus

01/06/2016   JY Geotecnologias

mtcn

Olá pessoal,

Para que se evite queimadas, principalmente em lugares como na nossa região semiárida, o processador com sistema de trituração é ideal para produzir ração animal a partir de vegetação nativa do semiárido sem necessitar da queima.

Por isso não deixe de conferir esse super processador que vem junto com um motor de 7,5 a 10cv, uma alavanca e uma peneira de ferro.

Especies processadas para alimentação animal

Processa xique-xique, mandacaru, alastrados, palmatórias e demais cactos sem queima e sem deixar vestígio de espinhos. Ainda pode triturar capim e milho em grãos.

material-bruto-capim material-bruto-milho material-bruto-xique-xique
material-bruto-mandacaru  material-bruto-palma  material-bruto-cacto

Quer saber mais e realizar sua compra? Entre em contato aqui!

Bons negócios!

Campina Grande (Paraíba) – mais um ano de muito forró com eles: os Drones!

27/05/2016   JY  Geotecnologias

Olá gente,

Quando eu falo que Campina Grande é a terra da tecnologia não é a toa não! A utilização dos Drones tem se tornado uma importância, digo melhor, uma necessidade para diversos fins, seja ele em áreas rurais ou urbanas.Neste caso ,aqui na cidade, serão utilizados para o monitoramento da festa que costumamos chamá-la de “Maior São João do Mundo”.

Segundo informações da prefeitura local, o equipamento vai permitir a captação de imagens aéreas no Parque do Povo e ruas ao redor.

Segundo o comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar (2ºBPM), major Gilberto Felipe, informou nesta terça-feira (24), a decisão de usar drones foi tomada depois de experiências feitas com o equipamento em jogos de futebol de grande proporção no estádio Amigão, em Campina Grande. “Fizemos alguns experimentos em jogos com grandes públicos e torcidas organizadas rivais e percebemos vantagens para o nosso planejamento estratégico, não só no Parque do Povo, mas nas chegadas e saídas [da festa]”, disse o comandante.

Na arena do palco principal estão sendo instaladas quatro plataformas de observação, com carceragem que vai ficar em meio ao público. Em outras áreas do Parque do Povo serão distribuídas outros 15 pontos de observação menores.

O comandante destacou que além do Parque do Povo, o núcleo de segurança está criando estratégias para atender outros eventos nos Distritos de Galante e São José da Mata, shows de casas de festas, Sítio São João, arraiais nos bairros e o bloco Namoradrilha que terá um trio elétrico nas ruas da cidade.

O uso dos Drones é sem dúvida uma ferramenta tecnológica geoespacial que possui garantias de resolução de imagens suficientes, capazes de captarem os alvos até mesmo melhores que muitos sensores que navegam pelo espaço!

Aproveito aqui e faço o convite para prestigiarem essa festa tão linda e dançante que se apresenta todos os anos aqui na Paraíba! Acesse o site desse grande evento para conhecer mais um pouco sobre os artistas da terra, a cultura local e claro o que a cidade oferece de melhor para você!  Acesse: São João de Campina Grande .

Até os próximos posts!

 

Previsão do tempo / Recursos Hídricos – AESA

15/03/2016   JY  Geotecnologias

 

aesa1

Não deixe de acompanhar nossa página na internet, estamos sempre atualizando os dados para toda Paraíba! Nos acompanhe diariamente por este link: http://www.aesa.pb.gov.br/saladesituacao

AESA

A agência tem por objetivo principal a gestão de realizar o monitoramento e acompanhamento pluviométrico e hidrométrico de todos os municípios do estado da Paraíba, buscando gerenciar as águas com ações de regularização de usos dos recursos hídricos em todo o Estado. Uma das ações desse processo consiste no cadastramento de usuários de água nos seus usos múltiplos, tanto de águas superficiais (rios, riachos e açudes) quanto subterrâneas (poços, aqüíferos e barragens subterrâneas), nas mais diversas regiões do Estado. Além de promover através da pluviometria o monitoramento diário das previsões de chuva, temperaturas, mapas de precipitações com chuvas diárias e por satélite, e volume dos reservatórios.

 

Forrageira Conjugada MC1r Laboremus (a marca do agronegócio)

12/12/14   JY  geotecnologias

FORRAGEIRA CONJUGADA MC1R Laboremus, FORRAGEIRAS, MAQUINAS FORRAGEIRAS, FORRAGEM, TRITURADOR, MAQUINA AGRICOLA, COMPOSTAGEM, FATIA CAPIM, FATIA CANA, FATIA XERÉM FINO, FATIA MILHO EM ESPIGA, FATIA PALMA, FATIA MANDIOCA, AGRONEGOCIO, AGROPECUARIA, AGRIBUSINESS, MAQUINA AGRICOLA, LABOREMUS, CAMPINA GRANDE, PARAIBA, BRASIL.

A Forrageira Conjugada MC1r Laboremus é uma máquina completa que soma desempenho e robustez das FS e FP com a vantagem de ser acionada por um único motor. Fatiam sem machucar e com precisão a palma.

São máquinas completas que somam desempenho e robustez das FS e FP com a vantagem de ser acionada por um único motor. Cortam cana, capim, sorgo, maniva e demais forragens e leguminosas. Também fatiam palma, mandioca, tronco de palma* e bananeira, cabeça de agave e macambira. Trituram milho com palha e espiga, fazem xerém e fubá. Para o tronco de palma, se faz necessário o corte manual deste, antes de introduzi-lo pelo alimentador da máquina. Esta operação é utilizada como forma de aumentar a vida útil das navalhas.

A Laboremus tem o equipamento ideal para que você aproveite melhor seus recursos, tornando mais fácil e rápido o seu trabalho. Com mais de 40 anos de experiência e localizada em polo universitário e tecnológico, a Laboremus faz constantes parcerias com centros de pesquisa, para oferecer o que existe de mais moderno, em termos de equipamentos agrícolas. Ao adquirir uma máquina Laboremus, você estará utilizando um equipamento de qualidade comprovada.

ESPECIFICAÇÕES DO PRODUTO

Produção (kg/h)

Capim/Cana: 800 a 1000
Xerém Fino 1/8″: 100 a 150
Xerém Grosso 1/4″: 200 a 300
Milho em Espiga 1/2″: 100 a 250
Palma: até 2000
Mandioca: 800 a 1000

Potência do motor (CV)

Elétrico: 2,0 a 3,0
Diesel: 5,0

QUER CONHECER MAIS E FAZER SEU ORÇAMENTO?

Entre agora mesmo no site e conheça mais um pouco dos diversos produtos disponíveis nbo mesraco agrícola, construção civil e sistemas elétricos! LABOREMUS

Endereço: Av. Dep. Raimundo Asfora, 3400 Tel.: <script type='text/javascript'><br />
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Distrito Industrial do Velame
Campina Grande – PB, Brasil

 

 

EMBRAPA (PARAÍBA-BRASIL) facultan a técnicos paraguayos en sistemas de producción de algodón

17/11/14   JY Geotecnologias

 

Alexandre Oliveira - Os participantes atuarão como multiplicadores de tecnologias e sistemas de produção que podem ser aplicados no Paraguai

Foto: Alexandre Oliveira

 

La Embrapa Algodón , en Campina Grande, Paraíba – Brasil ha promovido en esta semana la formación de instituciones técnicas de Paraguay 15 en sistemas de producción de algodón. El curso es parte del proyecto de fortalecimiento del sector del algodón por medio de la cooperación Sur-Sur, que incluye, además de Paraguay, Perú, Bolivia, Colombia, Ecuador y Argentina. El objetivo es contribuir al desarrollo del sector del algodón y de la agricultura familiar en los países miembros del MERCOSUR y asociados, apoyando la lucha contra el hambre partiendo de la experiencia de Brasil.
El Paraguay ya fue uno de los tres grandes productores de algodón  de América Latina, junto con Brasil y Argentina. La superficie sembrada en el país ya ha llegado a 550 mil hectáreas, en 1991/1992, con un predominio de los pequeños productores, cosecha manual y pluma de alta calidad. Con la mecanización en nivel mundial en cosecha de algodón , la industria textil no absorbe los costos de producción del algodón paraguayo y la cultura entró en decadencia en el país. “Estimamos que en 2013 la superficie sembrada fue de sólo 14 mil hectáreas, el punto más bajo de producción en Paraguay,” dijo el Coordinador Nacional del proyecto en Paraguay, Rafael Ojeda.
El proyecto está coordinado por la Naciones Unidas para la alimentación y Agricultura FAO (organización), por el gobierno brasileño, a través de la Agencia Brasileña de cooperación (ABC/MRE) y Embrapa y los gobiernos de los países participantes. “Esto es una cooperación triangular para el intercambio de soluciones, tecnologías y políticas públicas”, explicó el proyecto por la coordinadora regional de la FAO, Adriana Gregolin.
El curso cubre temas tales como: manejo de suelos y conservación para el cultivo de la planta del algodón, la destrucción de restos culturales, algodón enfermedades y manejo de malas hierbas, cultivo agroecológico, mejoramiento genético, gestión de requerimientos específicos y disponible de variedades, control de calidad de fibra, mecanización de la agricultura en pequeña y gran escala, manejo integran de plagas, fertilización en sistemas de transgénicos y convencionales, aplicación de plaguicidas, entre otros. El curso se terminó día 15 en viernes pasado y también se despuso a visitas a laboratorios, campos experimentales y zona productora de algodón.
Los participantes actuaron como multiplicadores de las tecnologías y sistemas de producción que pueden ser aplicados en Paraguay. Además del entrenamiento, el proyecto incluye la instalación de dos centros tecnológicos de capacitación técnica y unidades demostrativas de 10.

Las afirmaciones de los técnicos y  responsables

En Paraguay los monocultivos dominan el país y está formando un cinturón de pobreza de los pequeños productores y queremos aprovechar las tecnologías para que puedan ser competitivos,” dijo Miguel Caballero, representante de cuatro trabajadores de extensión de las escuelas técnicas en el país.
Según Rafael Ojeda, de formación, profesionales y técnicos deben también ampliar su capacidad de sistematizar el conocimiento del algodón producido en su propio país a favor de los pequeños productores.
Otro objetivo del proyecto es crear un sistema de producción de semilla que se ofrecerá a los productores. “Esperamos introducir las cultivares (labranza) de Embrapa para ampliar la variedad genética de país”, dijo Ojeda.
El jefe de transferencia de tecnología de algodón de Embrapa, Kristy Sofiatti, señaló que el curso es una oportunidad para intercambiar experiencias. “Así que vamos a difundir las tecnologías que existen aquí en Paraguay, así como información del sistema de cultivo prospecto que puede aprovecharse en el semiárido,” dijo.

Fuente: Embrapa Algodão

AGTEC JR – UFCG promove curso de Geoprocessamento!

02/11/2014    JY  geotecnologias

 

 

As últimas semanas dos mês de outubro foram marcadas por muitos eventos e encontros promovidos pela AGTEC JR, a empresa junior do curso de Engenharia Agrícola, pela Universidade Federal de Campina Grande, Paráiba, através do graduando em Eng. Agrícola e diretor Diego Henrique, além da equipe que é composta por estudantes do curso, alguns até de outros Estados:

Todos por um único objetivo, buscar conhecimentos e evolução na área da Engenharia Agrícola, realizando e desenvolvendo projetos e serviços com  responsabilidade e qualidade, a fim de atrair estudantes, mestres, doutores e pesquisadores de áreas afins, garantindo excelência  de forma dinámica e inovadora.

Dentres os releventes assuntos nos eventos, a empresa buscou apresentar e abrir a Semana de Engenharia Agrícola aqui em Campina Grande, na universidade, berço da empresa. 

EVENTO:  6° SEA – PARAÍBA – BRASIL

O evento foi condicionado pela própria equipe , em que apresentaram diversos temas , tendo como principal, a atuação do Eng. Agrícola no mercado de trabalho. Dentro desse tema foi possível indentificar a importancia desse profissional, no ramo da irrigação e drenagem, o condicionamento do profissional no agronegócio, mostrando também que o mesmo está centrado em vários ramos ligado a agricultura, buscando solucionar, administrar e encontrar formas de ampliar as expectativas de mercado, a nível de Nordeste e Brasil, e projetos que garantam benefícios, em especial ao nosso semiárido e estímulo a agricultura familiar.

CURSOS

Os cursos tem como objetivos ampliar o sucesso da empresa, bem como destacar a importancia de conciliar a capacitaçao do profissional com a sua formação superior. Os cursos de mais destaques, além de outros, levam temas como:

1. autoCAD                                     3. Geoprocessamento           5. Óratória

2. Segurança do trabalho         4. Língua estrangeira            6. Surfer (meteorologia)

O curso de Geoprocessamento, ministrado e aplicado por mim, deu início essa semana, último dia 31 de outubro. O mesmo conta com a aplicação do gvSIG 2.1, que na atualidade é um dos melhores sofwares de imagens que contém SIG e PDI, além de ser gratuito e de código aberto. O software espanhol apresenta novas ferramentas, mais rapidez em aplicações de tratamentos de imagens, classificação, vetorização e mapeamentos, em relação as versões anteriores, destacando a importancia também de conexões com outras portas de suporte SIG.

gvSIG - Jana Yres

OBJETIVOS DO CURSO

Fornecer conhecimentos necessários para utilização das ferramentas do geoprocessamento com destaque aos princípios básicos de Banco de Dados, Cartografia e CAD, poderosos instrumentos de análise ambiental. Serão apresentados os princípios de operação de Sistemas de Posicionamento Global, Sensoriamento Remoto Aplicado aos Recursos Naturais, Agricultura de Precisão e Noções de Geoestatística
Introduzir noções de SIG, cartografia digital, e bancos de dados geográficos .Manipular o software gvSIG 2.1 para a aquisição, armazenamento, tratamento, e análise de dados geográficos. Explorar a capacidades do SIG para aplicações no planejamento da gestão ambiental. Além de exercícios práticos e na conclusão realizar um projeto ambiental com a aplicação do mesmo! 

Mais informações da empresa, entre no site:  AGTEC JR

Até as próximas novidades galera!!!! / Hasta los próximos posts.

 

 

Professor da UEPB ministra palestra sobre plantas adaptadas a estresses no semiárido

28/05/14  JY  geotecnologias

Segundo informações trazidas para a  UEPB, o professor Josemir Moura Maia, do Câmpus IV da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Catolé do Rocha, representou a Instituição no 1º Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal, realizado esta semana pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), nas cidades de Serra Talhada e Tiunfo, no Sertão pernambucano.

Ao ministrar a palestra “Proteção oxidativa em plantas adaptadas a estresses do semiárido”, o docente promoveu discussões sobre os aspectos relacionados às rotas metabólicas do controle do crescimento em plantas submetidas à região do Semiárido.

Na oportunidade o professor destacou o Semiárido brasileiro como uma região ainda considerada fronteira agrícola nacional. De acordo com professor Josemir, eventos como o SINPROVS agregam técnicos, políticos, agricultores e estudantes a fim de propor momentos de debates sobre os avanços científicos e tecnológicos voltados a sustentabilidade da agricultura na região.

Fonte: UEPB