Uma preocupação agrícola: OS AGROTÓXICOS

12/03/2020   JY  Geotecnologias

Olá pessoal,

É mais uma preocupação a ser questionada quando o assunto é o uso dos agrotóxicos. O nosso país, infelizmente, sai na frente com o uso de certos tipos de produtos pesticidas. Nossa população é quem paga esse preço.

Mas adianta de quê pensarmos em ser potência alimentar mundial sem definir regras cabíveis para o uso desses pesticidas?

O que pode ser feito? Projetos de lei já segue em pauta no congresso, discutindo esse assunto que por hora tornou-se complexo, devido ao seu poder de capital, mas ao mesmo tempo um vilão nas nossas mesas e na nossa saúde.

O que há de mais novo ou atual a ser discutido?

Estamos deixando aqui pra vocês uma cartilha produzida pela FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em 2018, onde mostram as formas de uso, os casos no Brasil, os riscos ( ambientais e de danos a saúde)e necessidades de uso.

Vamos pesquisar?

Nosso Agronegócio: crescimentos e pespectivas para 2020

08/01/2020  JY Geotecnologias

blog 07-01
Crescimento do agronegócio

Olá pessoal,

A economia brasileira se movimenta positivamente por conta do agronegócio. Já não é novidade. Mas 2020 será um ano de mais crescimento no mercado, levando em consideração dois grandes setores nossos: a Agroindústria e a Pecuária. Em 2019, o governo brasileiro, seguindo as informações do Ministério da Agricultura e outros órgãos competentes como IPEA e CNA, registraram um salto de 1,38% nos diversificados produtos agrícolas que o país tem.

De acordo com o CNA, poderemos ter para 2020:

  1. Grande aumento no mercado de grãos;
  2. Grande aumento nas vendas de carne (Pecuária);
  3. Comércio de insumos agrícolas;

Para um melhor acompanhamento dessa boa fase do mercado agrícola, clique nesse LINK para que seu entendimento seja mais completo.

Até os próximos posts!

 

 

 

Mercado de Máquinas Agrícolas aquecido !

06/06/2017  JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Estamos em uma ótima fase no momento quanto ao mercado agrícola!

 Com a expectativa de queda na taxa de juros temos ai uma das razões para as boas perspectivas do agro.

Em abril, as exportações de máquinas para a agricultura caíram 11,5%, na comparação com março. No entanto, no acumulado do ano, o setor cresceu 61%. Já as importações de máquinas para agricultura tiveram queda de 37,5% em abril com relação ao mês anterior, e crescimento 9,4% no acumulado do ano.

O presidente da Abimaq, João Carlos Marchesan, destacou a importância do desempenho do agronegócio para a indústria de máquinas e equipamentos e para a economia brasileira. “Estamos vivendo uma crise desigual no Brasil. Ao mesmo tempo em que apresentamos uma situação diferenciada, em que setores de máquinas e bens de capital caem, o segmento do agronegócio e de máquinas agrícolas continua crescendo. Nós devemos ao agronegócio e isso continua incrementando as suas fronteiras agrícolas, como a sua produção, que registra recordes (232 mi de toneladas de grãos)”, afirmou.

Ainda fala que a expectativa da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA), da Abimaq, é que o setor cresça 15% neste ano. “Estamos nos embasando, inclusive, no novo Plano Safra, que será anunciado no próximo dia 5 de junho. A tendência é que os juros para investimento do Moderfrota caiam”, disse. “Temos certeza de que o Brasil vai retardar a queda do crescimento em função do bom desempenho do agronegócio. O agricultor continua crescendo e investindo muito”, concluiu.

 

Fonte: Clarisse Sousa

Agronegócio no Semiárido Nordestino: 5ªEXPOPRATA Caprinos e Ovinos 2017

29/03/2017   JY  Geotecnologias

É PARAÍBA, É BRASIL !

EXPOPRATA

Olá pessoal,

O semiárido Nordestino respira o sucesso do agronegócio! Será realizado em junho, de 1 a 4 deste ano a 5ª EXPOPRATA no cariri paraibano. O evento tem por objetivo centrar pautas na caprinovinocultura familiar que terá como foco principal expor avanços tecnológicos e gerar divisas econômicas para o município e regiões vizinhas  a partir do agronegócio.

Exposições:

 * Cadeias produtivas bovinocultura leitera ; avicultura caipira ; palma forrageira ; plantas forrageiras nativas e adaptadas a região semiárida sendo essas utilizadas pelo público alvo dos projetos de desenvolvimento setorial e local.

* Público alvo: Todos os públicos ; Gestores agrícolas, Produtores rurais, Engenheiros agrônomos e Agrícolas, Estudantes, Professores, Mestres e afins.

* Objetivo: Geração de renda, turismo, empregos, pesquisas, etc.

Participe dessa cadeia produtiva !

 

INNOVACIONES GEOESPACIALES PARA EL CAMPO BRASILEÑO*

29/12/2016  JY Geotecnologias

Hola todos,

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El uso de geotecnologías está vigente en la sociedad contemporánea. Es fácil ver cómo los dispositivos electrónicos que proporcionan el sistema de posicionamiento global, conocido como GPS – excedieron las fronteras del mundo académico y empresarial para alcanzar e influir en las actividades cotidianas. Sin dudas un gran éxito.
En el mundo actual, la información geoespacial se utilizan para generar rutas de viaje mejor ubicación guía e incluso indicar horarios de transporte público. Si estas herramientas diseminado más profundamente en la sociedad, en la actividad agrícola, son ya bastante consolidada.
La extensión territorial de Brasil, la diversidad y complejidad de sus biomas son desafíos para el conocimiento y uso del territorio nacional. La geotecnología, a su vez, son uno de los instrumentos  labores de inteligencia, gestión territorial y monitoreo.
Casi todos los directores de planificación y actividad de la agricultura en las escalas nacionales, regionales o locales, pueden beneficiarse del uso de información geoespacial. Mapas e imágenes de satélite, por ejemplo, se utilizan para la planificación y gestión de los recursos disponibles y en las políticas públicas.
Imágenes de satélite, mapas digitales y bancos de datos geocodificados se conjugan para asignar, administrar y monitorear la agricultura en diferentes escalas. Varios procedimientos le permiten detectar, identificar, calificar, cuantificar y cartografiar áreas agrícolas, dinámica temporal y el uso de los recursos naturales con eficacia, rapidez y precisión.

Aquí en Brasil hay una empresa que trabaja con investigaciones y utiliza las geotecnologías en la supervisión para la agricultura, en los estudios de inteligencia y gestión territorial en la agricultura de precisión entre otras aplicaciones. Así es la EMBRAPA – Empresa Brasileña de Investigación Agrícola. 

Además, la compañía controla el tema, con el fin de identificar las tendencias del sector en Brasil y en el extranjero agrícola, mientras que él ,por lo tanto, es un instrumento relevante para sus temas estratégicos. Esto puede observarse en el documento del sistema de inteligencia estratégica de Embrapa (Agropensa), que dibujó una visión prospectiva del sector agropecuario para los años 2014-2034.
El uso de geotecnologías en investigación agrícola es una de las premisas para la inteligencia y gestión estratégica y territorial  que puede fortalecer el desarrollo sostenible de la agricultura brasileña.

Hasta los próximos posts!!!!

ÁFRICA X BRASIL: Cultivo do Algodão em sistema de plantio direto*

06/10/2016   JY Geotecnologias

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Olá pessoal,

A nossa querida Embrapa Algodão aqui de Campina Grande, está com um projeto de capacitação de pesquisadores africanos.

A capacitação dos pesquisadores africanos em sistema de plantio direto marca o início da segunda fase do projeto de Fortalecimento tecnológico e difusão de boas práticas agrícolas para o algodão nos países do C-4 e Togo.

“O algodão é considerado pelos países africanos produtores como a locomotiva principal, mas também é preciso proteger o solo para garantir a sustentabilidade alimentar do sistema de produção”, afirma o coordenador do projeto Cotton 4 + Togo, José Geraldo Di Stefano.

Neste ano também serão realizadas capacitações voltadas principalmente aos técnicos das estações de pesquisa, vulgarizadores (multiplicadores) e produtores abordando os três eixos tecnológicos do projeto, o plantio direto, Manejo Integrado de Pragas e a planta do algodoeiro.

Para fortalecer a adoção das tecnologias divulgadas pelo projeto dentro da dinâmica dos diferentes sistemas de produção dos cinco países foram implantadas 19 Unidades Comunitárias de Aprendizagem. “Essas unidades nos permitirão medir com precisão os resultados do Manejo Integrado de Pragas, o desempenho das diferentes variedades de algodão e principalmente o efeito do plantio direto sobre as culturas”, explica.

Di Stefano salienta que a capacitação e a revitalização das estações de pesquisa são os principais alicerces do C-4 + Togo nesta segunda fase. “A revitalização dos laboratórios possibilitará o apoio necessário para subsidiarem as dificuldades do sistema de produção, fortalecendo a oportunidade da elaboração de projetos de pesquisa, assim podendo consolidar a importância das instituições de pesquisa nos seus respectivos países”, declara.

A capacitação se encerrou nesse último dia 2 de outubro. Durante a cerimônia de abertura estiveram presentes o diretor do Instituto de Economia Rural (IER) do Mali, Boureima Dembele, o secretário geral do Ministério da Agricultora do Mali, Daniel Siméon Kelema, o encarregado de negócios da embaixada brasileira, André Bueno, o chefe-geral da Embrapa Algodão, Sebastião Barbosa, e o coordenador geral da gerência de África, Ásia e Oceania da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Nelci Caixeta.

Cotton 4 + Togo

Desenvolvido pelo Brasil em conjunto com Benim, Burquina Faso, Chade, Mali e Togo, o projeto Cotton-4 + Togo tem por objetivo ajudar os cinco países africanos a desenvolver o setor cotonícola, aumentando a produtividade, a diversidade genética e a qualidade do produto cultivado. O projeto é coordenado pelaAgência Brasileira de Cooperação (ABC) em conjunto com a Embrapa.

Na primeira fase, iniciada em 2010, foram alcançados resultados duradouros, com destaque para a implantação, no Mali, de um complexo de escritórios, laboratório de entomologia para a criação de inimigos naturais das principais pragas da planta do algodoeiro na região, câmara fria para armazenamento de recursos genéticos, galpão para beneficiamento de amostras e espaço para gerador de energia. Além disso, houve revitalização dos laboratórios de solos e biotecnologia.

A nova fase tem como objetivos contribuir para o aumento da competitividade da cadeia produtiva do algodão nos países do C-4 e Togo, adaptar tecnologias competitivas para o cultivo do algodão em pequenas propriedades e reforçar as capacidades das instituições coexecutoras para o desenvolvimento de soluções tecnológicas adequadas ao setor produtivo algodoeiro dos países parceiros.

Por: Edna Santos (MTB-CE 01700)
Embrapa Algodão  (83)3182-4361