O cuidado com a água na produção agrícola: Uma situação em Tocantis, Brasil

30/03/2019  JY  Geotecnologias

 

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Olá pessoal,

Em razão da comemoração do dia Mundial da Água, pesquisadores se uniram para apresentam a importância de uma campanha que a FAO construiu ressaltando o poder que a água tem para o desenvolvimento da sociedade e de toda nação mundial.

Segundo o Serviço de Levantamento Geológico Americano, a água doce  representa no momento 2,5% de toda água do mundo e dos oceanos 96,5%. 

Tratando-se do quesito “água na agricultura (irrigação)”, a ANA pesquisou que a irrigação consome 68,4% da água, já para o abastecimento animal são 10,8%. Com isso o setor agropecuário consome cerca de  80% da água doce no Brasil. Demonstrando ,por tanto, a importância que a gestão hídrica deve ter na atividade agropecuária. O Atlas da Irrigação mostra que a área irrigada no Brasil é de 6,95 milhões de hectares, com perspectiva de atingir mais de 10 milhões de hectares para 2030.

A SITUAÇÃO DA ÁGUA EM TOCANTIS PARA IRRIGAÇÃO

No Tocantins, a área irrigada abrange uma área de 128 mil hectares, e está concentrada na região das planícies inundáveis do Rio Araguaia, onde são produzidos arroz, soja, feijão-caupi e melancia. Há também perímetros públicos irrigados como o do Projeto São João, que tem cerca de 3 mil hectares, em Porto Nacional, e o Projeto Manuel Alves, com 20 mil hectares, em Dianópolis.

O sistema de irrigação adotado é o de inundação contínua, formada por uma lâmina de água nos talhões onde esse tipo de sistema libera água até meio metro de altura. Mas o sistema adotado não é tão vantajosos quando se trata de consumo. Há uma grande perda de água, perda também por evaporação e fluxo lateral. Pode também ocorrer casos de contaminações através dos agrotóxicos. O único ponto positivo a destacar é o desaparecimento das plantas daninhas.

O engenheiro agrônomo André Reis apresentou dados onde mostra que em Tocantis a utilização desse sistema de irrigação mantem o solo úmido e a não formação de lâmina aumentou a produtividade em torno do 12%, além disso, o uso do nitrogênio foi eficaz alcançando níveis 54% e 68%, respectivamente.

Como a área é propicia para o desenvolvimento do arroz, a Embrapa observou que é possível desenvolver cultivares de arroz que estejam logicamente dentro das condições de menores susceptibilidade para que seja evitado grandes quantidades de agrotóxicos.

Outro detalhe importante a destacar foi a pesquisa do manejo da palha de arroz,  com o objetivo de eliminar impactos ambientais como a queima e também melhorar o solo. 

Valendo destacar a importância da água, pois segundo Deivisom Santos, tanto a Embrapa como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP), Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP) e Universidade de Brasília (UnB) tem como principal metodologia desenvolver técnicas para o uso mais eficiente dos recursos hídricos que a região tem, como é o caso da bacia hidrográfica do Rio Formoso, recurso utilizado na irrigação.

Fonte: Embrapa

 

Agricultura de precisión: bajo riesgo del cambio climático

28/06/2018  JY  Geotecnologias

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Hola todos,

Vamos a leer un poco lo que dijo Héctor Valdés Conroy, de la importancia de la agricultura de precisión…

“La agricultura de precisión conlleva una estrategia de manejo dirigida a incrementar la productividad y los retornos económicos con un impacto reducido en el medio ambiente. Se basa en la aplicación de tecnologías de información a la descripción de la variabilidad del terreno, a la aplicación variable de insumos y al sistema de toma de decisiones”. Desde una perspectiva económica, la agricultura de precisión podría definirse simplemente como producción agrícola eficiente, o como el uso correcto de insumos en el tiempo y en el espacio con el fin de optimizar la producción y minimizar el desperdicio. “Es una manera de aplicar el tratamiento correcto al lugar adecuado en el momento preciso”.

Tal y como lo sugieren estas definiciones, la agricultura de precisión puede tener varias ventajas tanto para el productor como para toda la economía:

  1. Aumento de los rendimientos En un estudio realizado en 2012, por ejemplo, se determinó que “sería posible cerrar las brechas mundiales de rendimientos de los principales cereales hasta un 79% de los rendimientos alcanzables [un aumento del 29% en la producción global] haciendo cambios relativamente mínimos en el uso total mundial de nitrógeno y fosfato, combinando una intensificación focalizada con esfuerzos dirigidos a reducir desequilibrios e ineficiencias de nutrientes”.
  2. Mayores rendimientos significa que hay más alimentos —mayor seguridad alimentaria— y, muy probablemente, mayores ganancias para los agricultores.
  3. Beneficios ambientales:
  • El logro de mayores rendimientos implica que es posible aumentar la producción sin necesidad de expandir el área agrícola, lo cual a su vez implica menos deforestación y agotamiento de los recursos naturales.
  • La reducción de las cantidades de fertilizantes y otros agroquímicos puede generar enormes beneficios en términos de reducciones de gases de efecto invernadero menos contaminación de suelos y masas de agua por la escorrentía proveniente de los cultivos.
  • El uso preciso del agua implica un importante ahorro de ese recurso tan escaso.
  1. Sanidad agrícola. Si se logra implementar de manera frecuente un monitoreo de los cultivos —por ejemplo con drones y otras técnicas de teledetección—, la incidencia de las plagas y otras enfermedades se puede controlar de manera más rápida, facilitando así la contención de la epidemia.

Pero, como siempre, no hay nada gratis. Por lo general, la agricultura de precisión involucra el uso de lo más avanzado en maquinaria —algunas fincas grandes, por ejemplo, usan tractores sin conductor, monitoreados en tiempo real vía satélite, con los cuales se siembran las semillas o se aplican los agroquímicos con una precisión de menos de 2cm—.  Asimismo, exige recolectar grandes volúmenes de información a lo largo del tiempo y del espacio para luego analizarla y poder determinar las acciones necesarias para maximizar los rendimientos en cada una de las secciones del terreno. Es por eso que la agricultura de precisión puede ser costosa y difícil:

  • Los equipos y maquinaria asociados son costosos, si bien su precio continúa bajando.
  • Su operación y mantenimiento requieren competencias especializadas.
  • La interpretación de la información proveniente del terreno y de otras fuentes es una tarea compleja que consume tiempo y que puede requerir la contratación de los servicios de una firma especializada.
  • Los mercados de insumos, maquinaria, partes y mano de obra calificada deben desempeñarse eficientemente para que la agricultura de precisión pueda funcionar y ser rentable.

Por todo lo anterior, es más fácil que la agricultura de precisión sea adoptada por fincas de gran tamaño, las cuales por lo general tienen mejor acceso a los mercados y para las que estos costos —algunos de ellos fijos— son inferiores a las ganancias potenciales que arroja la producción en gran escala.

¿Significa esto que los pequeños productores agrícolas —e incluso los medianos— no pueden adoptar esta agricultura de precisión? ¿Están condenados a continuar con prácticas agrícolas ineficientes que producen rendimientos más bajos, menores ganancias e impactos negativos importantes en el medio ambiente? Hay razones para pensar que esto no tiene por qué ser así.

Primero, el progreso tecnológico está reduciendo el costo y el tamaño de la maquinaria de la agricultura de precisión y muy pronto podrá estar al alcance de los pequeños agricultores.

 

 

Mapeamento de doenças em regiões produtoras de citros

08/11/2017   JY Geotecnologias

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Olá pessoal,

Vai rolar ainda essa semana um workshop mostrando a Ocorrência e caracterização de fitoplasmas associados a sintomas de HLB em citros e sua interação com Candidatus Liberibacter spp, um evento a ser realizado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF) e parceiros nos dias 9 e 10 de novembro.

O workshop é aberto a pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação e ocorrerá no auditório central desta Unidade Descentralizada da Embrapa, com um total de 70 vagas e inscrições até 6 de novembro, neste caso já encerraram ok.  Segundo o coordenador do projeto “Ocorrência e caracterização de fitoplasmas associados a sintomas de HLB em citros e sua interação com Candidatus Liberibacter spp” na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Márcio Martinello Sanches. A programação conta com palestras com resultados de pesquisa e também sobre ações de ordem prática para detectar e mapear a presença da doença nas regiões produtoras. Os palestrantes vão apresentar um mapeamento sobre a situação do HLB em Minas Gerais, Paraná e São Paulo, além de abordarem os potenciais vetores do fitoplasma em citros.

A pesquisadora Olinda Martins, Márcio Sanches apresentará os resultados do diagnóstico de HLB e fitoplasmas alcançados em amostras foliares de citros e plantas daninhas. Sanches comenta que o evento atualizará o público interessado nas ações de pesquisa sobre o projeto homônimo ao evento, bem como nas atividades desenvolvidas num cenário mais amplo do chamado Arranjo HLB, que reúne todos os projetos de pesquisa relacionados a este tema e conduzidos pelos centros de pesquisa da Embrapa. Também oportuniza novos conhecimentos que serão levados ao workshop por meio de instituições parceiras.

Para mais informações acesse o site do evento: aqui.

 

Fonte: EMBRAPA

 

 

 

 

 

 

 

 

Rumo as práticas agrícolas sustentáveis

22/12/2016  JY  Geotecnologias

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Olá caros leitores,

Trouxemos para vocês um questionamento feito pelo José de Sampaio,diretor de meio ambiente da Sociedade Rural Brasileira, no qual aponta soluções para as boas práticas de uma agricultura mais sustentável. Vejamos então…

Na busca de soluções que tornem a atividade agrícola sustentável, identificamos:

1- A necessidade de potencializar a utilização de novos conhecimentos oriundos de práticas e tecnologias, que possibilitem a produção agrícola sem agressão ao meio ambiente. Estas práticas forçosamente devem ser economicamente viáveis no longo prazo para não comprometer sua continuidade. Basicamente elas deverão: minimizar o uso de agroquímicos e conservar o solo, a água e a biodiversidade; atendendo assim aos interesses das gerações futuras.

2- A necessidade de remover as barreiras econômicas, institucionais e culturais, contrárias à implantação deste novo modelo de produção.

Dentre os novos conhecimentos e práticas agrícolas, devemos destacar:

Gerenciamento Integrado

Consiste na aplicação de práticas de interação que precisam ser seguidas por parte dos agricultores, exigindo deles maior habilidade e destreza no desempenho de suas funções. Isto levará à utilização adequada das técnicas agrícolas, tornando-as assim menos agressivas ao meio ambiente.

Adubação

Com relação à adubação, as aplicações de fertilizantes, tanto orgânicos, como sintéticos, precisam ser cuidadosamente estabelecidas de acordo com as necessidades da cultura, época do ano apropriada e características do solo.

Para reduzir o uso de fertilizantes sintéticos com eficiência, os agricultores devem monitorar regularmente, por meio de testes, as necessidades nutricionais de suas culturas, aplicando apenas as quantidades necessárias, nos momentos convenientes. Outros fatores também precisam ser considerados, como temperatura, umidade do solo, e danos causados por insetos e doenças.

Irrigação

A irrigação causará o menor impacto ambiental possível se fizermos uso de sistemas que forneçam apenas a quantidade precisa de água; adaptada a uma drenagem apropriada, para prevenir os efeitos de erosão e salinização.

Controle de erosão

O uso de coberturas mortas, juntamente com as práticas preventivas, como o plantio em curvas de nível, é de suma importância no combate à erosão. As operações mecanizadas devem ser reduzidas ao mínimo, utilizando tratores e implementos agrícolas especialmente desenvolvidos para conservar a cobertura do solo.

Além disso, assim como no manejo da água, devem-se combinar técnicas de cultivo que respeitem a estrutura e estabilidade do solo. As soluções para o controle de erosão agrícola precisam ser analisadas caso a caso, considerando-se as características locais do solo, problemas potenciais, técnicas e custos concernentes à solução desejada.

Manejo integrado de pragas

Estratégias alternativas no manejo integrado de pragas têm avançado bastante ultimamente, mas ainda configuram-se em um grande desafio para a agricultura sustentável.

A agricultura intensiva caracteriza-se pelos altos níveis de pesticidas sintéticos que utiliza, que são frequentemente aplicados como medida preventiva e sempre considerando as piores hipóteses, dando pouca atenção à infestação inicial.

Este procedimento, em muitos casos, compromete os suprimentos de água, a fertilidade do solo e a saúde humana e animal; além de ser bastante dispendioso aos agricultores. O uso contínuo de elevados níveis de pesticidas sintéticos leva ao aparecimento de espécies resistentes aos defensivos químicos. As formas de agricultura que pretendem alcançar a sustentabilidade trabalham envolvendo todo o sistema de produção no controle de pragas e doenças.

Os sistemas integrados envolvem: variações de culturas (intercalares e rotação), fertilização, práticas de preparo do solo, monitoramento de pragas, uso de variedades resistentes, uso de controle biológico (particularmente: insetos benéficos, ferormônios, macho esterilidade, etc.) e quando necessário, aplicações precisas de pesticidas menos ativos biologicamente. Estas estratégias reduzem as oportunidades de desequilíbrios biológicos e minimizam os impactos ambientais.

Uma outra técnica é a manutenção de ervas daninhas sob controle ou o plantio de “culturas armadilha” para desviar os insetos da cultura principal, permitindo assim o controle de perdas por infestação de pragas. Existem grandes expectativas, que a biotecnologia forneça soluções valiosas a serem utilizadas pela agricultura sustentável. Para que isto ocorra, rapidamente, os governos devem intervir estimulando as pesquisas nesta área.

Informação como insumo

O desenvolvimento e a disseminação de novas práticas e tecnologias entre os agricultores são a chave para o sucesso na implantação das práticas agrícolas sustentáveis. Torna-se cada vez mais claro, que a agricultura sustentável não significa um retorno às antigas práticas, mas a incorporação de experiências de campo, dados ecológicos, avanços tecnológicos e uso de novos equipamentos na produção agrícola.

O proprietário rural, deste novo modelo de produção, precisa transformar-se num administrador “high-tech” capaz de trabalhar com a complexa inter-relação tecnologia x meio ambiente, para conseguir níveis aceitáveis de produção e lucro, minimizando, ao mesmo tempo, os impactos ecológicos indesejáveis.

Urge, redirecionar o treinamento profissional e estreitar as relações entre as instituições de pesquisa, os serviços de extensão rural e os agricultores, para possibilitar uma eficiente troca de informação entre eles.

Gerenciamento de paisagens

Esta é uma área de ativas discussões, onde as opiniões diferem de acordo com as prioridades e perspectivas de cada nação. A sociedade, como um todo, precisa desenvolver o conceito de “valores ambientais” para os diferentes usos do solo. Os agricultores deverão receber pagamentos diretos para manter parte de suas propriedades empregadas em outros usos, que não a produção de alimentos, energia e fibras.

Barreiras a serem superadas

A maior barreira à adoção de técnicas e práticas agrícolas sustentáveis é a existência de objetivos conflitantes, entre os programas e políticas agrícolas adotados. Isto agrava a complexidade das mudanças nos atuais modelos de produção.

Hoje as informações que chegam aos produtores sobre a preferência do público, dizem respeito apenas ao preço de mercado, mas desconsideram os custos sociais dos recursos naturais. Não existe valor de mercado para: manutenção das paisagens, conservação de solo, da água, da biodiversidade ou para manutenção das tradições.

Os fazendeiros não recebem nada pelo controle ou prevenção de danos ambientais. Por esta razão, os preços agrícolas não refletem os impactos que a agricultura causa ao meio ambiente. Os governos precisam estar atentos a estes aspectos e procurar soluções a nível nacional e internacional.

Concluindo, a agricultura deve ser vista como uma fornecedora de bens (alimentos, energia e fibras), serviços ambientais (ar puro, água limpa), e também de valores públicos, como a preservação ecológica. As políticas agrícolas precisam reconhecer estas atribuições.

É preciso adaptar o mercado consumidor para a colocação dos produtos da agricultura ambiental, que se preocupa em proteger os interesses das futuras gerações, manter a integridade ecológica, melhorar a qualidade de vida e cuidar da manutenção das paisagens. Só assim trilharemos a estrada que nos conduzirá, ao desenvolvimento equilibrado que tanto almejamos.

 

Até os próximos posts !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pivôs Centrais

22/09/2016     JY   Geotecnologias

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Olá gente,

Trabalhar com o sistema de pivôs centrais requer bastante qualificação por parte do operador agrícola. Pois bem, a irrigação por Pivô permite aplicar, de maneira precisa, a quantidade necessária de água e fertilizantes em cada cultura, reduzindo os custos operacionais e de mão de obra, e dando resultados excelentes para o produtor.

Culturas indicadas

A irrigação por Pivô é indicada para culturas de grãos (feijão, milho, soja, etc.), tomate industrial, algodão, cana-de-açúcar, batata, cebola, alho, citrus, mamão, banana, mamão, pasto, etc.

A ANA recentemente,  atualizou informações sobre o balanço hídrico quantitativo nacional, ou seja, sobre a relação entre a disponibilidade de água e as demandas de uso dos pivôs centrais. Em termos globais, a irrigação é o principal e mais dinâmico setor usuário de recursos hídricos. Para você compreender melhor e se manter informado a respeito desse assunto, deixo aqui com você uma cartilha-relatório feita pela Agencia Nacional das Águas. Faça o download aqui: PIVÔS CENTRAIS NO BRASIL

Até os próximos posts.!

 

Terra e Sustentabilidade: benefício dos sistemas agrícolas

15/08/2016     JY  Geotecnologias

Olá todos,

Os sistemas agrícolas de hoje estão cada vez mais atrativos em termos de produção e rapidez nos negócios. Observando o vídeo abaixo pude compreender a vantagem de um manejo tão bem elaborado quanto o sistema de  Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), que tem como objetivo integrar produção de alimentos, fibras, energia e madeira, realizados na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotação.
O documentário Terra e Sustentabilidade  as vantagens da recuperação de áreas e integração de cultivos como a redução de custos de produção, melhor uso da terra, mais eficiência no uso da mão de obra e dos recursos de produção e uso adequado de energia, além da redução de emissões de gases de efeito estufa.
A John Deere participa ativamente do programa integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF). A empresa apresenta aos produtores, por meio de dias de campo, os benefícios sociais, ambientais e econômicos da rotação de culturas, com pastagens e plantio de espécies florestais.

Assista ao vídeo que você pesquisador, estudante e produtor, não irá se arrepender!

Deixo aqui também uma cartilha super interessante sobre o que diz essa Integração:

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Boa sorte em sua pesquisa !