Arquivo do autor:Jana Yres

Análises territoriais de programas sociais no Brasil – Geoweb

29/11/2017 JY Geotecnologias

Olá todos,

Uma boa novidade para inclusão na geotecnologia, chama-se agora de GITE. Programa desenvolvido pela Embrapa. Vamos conhecer aqui através desse vídeo:

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GNSS Pentax Linertec LGN 100N RTK. Preço e condições de pagamento imperdível!

27/11/2017   JY  Geoecnologias

Zoneamento Agroecológico no município de Alagoas, vamos conferir!

21/11/2017  JY  Geotecnologias

Olá pessoal,

Vamos conferir esse vídeo bem interessante em que mostra uma tecnologia sustentável para os produtores da região !

Mapeamento de doenças em regiões produtoras de citros

08/11/2017   JY Geotecnologias

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Olá pessoal,

Vai rolar ainda essa semana um workshop mostrando a Ocorrência e caracterização de fitoplasmas associados a sintomas de HLB em citros e sua interação com Candidatus Liberibacter spp, um evento a ser realizado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF) e parceiros nos dias 9 e 10 de novembro.

O workshop é aberto a pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação e ocorrerá no auditório central desta Unidade Descentralizada da Embrapa, com um total de 70 vagas e inscrições até 6 de novembro, neste caso já encerraram ok.  Segundo o coordenador do projeto “Ocorrência e caracterização de fitoplasmas associados a sintomas de HLB em citros e sua interação com Candidatus Liberibacter spp” na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Márcio Martinello Sanches. A programação conta com palestras com resultados de pesquisa e também sobre ações de ordem prática para detectar e mapear a presença da doença nas regiões produtoras. Os palestrantes vão apresentar um mapeamento sobre a situação do HLB em Minas Gerais, Paraná e São Paulo, além de abordarem os potenciais vetores do fitoplasma em citros.

A pesquisadora Olinda Martins, Márcio Sanches apresentará os resultados do diagnóstico de HLB e fitoplasmas alcançados em amostras foliares de citros e plantas daninhas. Sanches comenta que o evento atualizará o público interessado nas ações de pesquisa sobre o projeto homônimo ao evento, bem como nas atividades desenvolvidas num cenário mais amplo do chamado Arranjo HLB, que reúne todos os projetos de pesquisa relacionados a este tema e conduzidos pelos centros de pesquisa da Embrapa. Também oportuniza novos conhecimentos que serão levados ao workshop por meio de instituições parceiras.

Para mais informações acesse o site do evento: aqui.

 

Fonte: EMBRAPA

 

 

 

 

 

 

 

 

LIVRO: POSICIONAMIENTO SATELITAL

26/10//2107   JY Geotecnologias

para meu blog25-10

Olá todos,

O livro “GPS Posicionamiento Satelital“, escrito pelos especialistas Eduardo Huerta, Aldo Mangiaterra e Gustavo Noguera, apresenta toda definição do sistema GPS, com os principais fundamentos do uso dos satélites e a interação existente entre o uso do GPS e os dados orbitais. Foi publicada pela Universidade Nacional de Rosario (UNR), em julho de 2005.

Mas tem um detalhe, ele é escrito em espanhol, mas vale a pena conferir e é de grande proveito para a área da engenharia civil, agrimensura e afins.

Quer baixar o livro? Clique no link abaixo:
www.fceia.unr.edu.ar/gps/GGSR/libro_gps.pdf

Bons estudos!

CURSO BÁSICO DE USO DE DRONES NA AGRICULTURA, CAMPINA GRANDE – PB

17/10/2017  JY  Geotecnologias

blog 17-10

Olá pessoal, 

A Universidade Federal de Campina Grande promoverá entre os dias 21 e 22 de outubro de 2017, um curso básico o qual agregará um importante conhecimento profissional que estuda ou manuseia drones, especialmente os utilizados na agricultura.

Serão apresentados aulas teóricas e práticas bem como questionamentos acerca desses equipamentos. Abordando temas como tipos de drones, mercado para essa tecnologia, funcionamento, conhecimentos para utilização, regulamentação, e muito mais.

Ainda dá tempo de participar e conhecer um pouco desse encontro!

Organização:  Engenheiro Agrônomo Valdo Ribeiro; Engenheiro agrônomo Cássio Macêdo; e Graduando em agronomia João Rafael.

Apoio: Universidade Federal de Campina Grande e coordenação do curso de engenharia agrícola.

Local do curso: 

UFCG – Laboratório de informática do bloco CP, Aprígio Veloso, 882, Universitário

Campina Grande, PB 58429140

Mais informações e inscrição aqui:  CURSO DE DRONES – UFCG

BOA SORTE

Estações Totais para mais precisão!

17/10/2017  JY Geotecnologias

Terra de perigo para os ambientalistas

10/10/2017  JY  Geotecnologias

Olá todos,

Gente são impressionantes os dados! Estou falando do Brasil. O país aparece no topo do ranking internacional pelo quinto ano consecutivo. Das 200 mortes mapeadas pela Global Witness em 2016, 49 foram em solo brasileiro, onde estão em grande parte ligadas à expansão do agronegócio.

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A luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016, segundo a ONU. “A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes”, avalia a Global Witness.

Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.

A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. “Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos”, argumenta Kyte.

No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.

O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente”, afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.

A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de “liderança”. Lamentável.

 

Fonte: dw.com

CULTIVO HIDROPÔNICO DE HORTALIÇAS COM ÁGUA DESSALINIZADA – PICUÍ PARAÍBA

27/09/2017  JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Primeiramente vamos entender o que significa água dessalinizada para entrarmos nesse projeto tão importante para a comunidade do município de Picuí, no Estado paraibano.

DESSALINIZAÇÃO

Segundo informações técnicas de pesquisa, países que, no momento, não enfrentam problemas de escassez de água devem se deparar com problemas de falta de água no futuro próximo. Em função disso, e da grande oferta de água nos oceanos (água salgada), um caminho a fim de maximizar a oferta de água seria fazer uso de um processo chamado dessalinização, objeto de estudo desse trabalho, que seria utilizar-se da água salgada e/ou salobra, imprópria para consumo, reduzindo-se o teor de sal que ela contém e tornando-a potável. Dessalinizar água salgada e/ou salobra permite aumentar os recursos de água disponíveis no mundo. Processos de dessalinização podem ser categorizados em dois tipos principais: (1) processos térmicos (destilação multiestágios, destilação multiefeitos, Destilação por compressão de vapor, entre outros) e (2) processos de separação por membranas (osmose inversa, eletrodiálise, entre outros). A escolha da tecnologia é influenciada pela qualidade da fonte de água, energia demandada, custos, frequência do uso da unidade, volume de água a ser produzido, dentre outros fatores. Assim, não existe um método que seja melhor que os demais: cada um apresenta vantagens e desvantagens. Os custos para realizar o tratamento convencional da água têm aumentado em várias partes do mundo e os custos para dessalinizar têm diminuído, consequentemente a dessalinização tem se tornado mais competitiva e economicamente atraente. Alguns países dependem estritamente das tecnologias de dessalinização para obter água potável, como é o caso da Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kuwait no Oriente Médio. Os custos de produção da água dessalinizada vêm diminuindo, como resultado de avanços tecnológicos, ao mesmo tempo em que o número de plantas instaladas no mundo tem aumentado. Na Espanha, foram construídas mais de 800 plantas desde 1965, produzindo um total de 5,2 milhões de m³ de água por dia para mais de 10 milhões de pessoas. O país é o quarto que mais dessaliniza água salobra/salina do mundo, ficando atrás apenas da Arábia Saudita, Emirados Árabes, e Estados Unidos. No arquipélago de Fernando de Noronha (Brasil) se encontra a maior unidade de dessalinização do Brasil, que produz 47% de toda a água consumida pela ilha. Está em curso, um projeto para duplicar a capacidade da unidade, passando de 27 m³/h para 60 m³/h, o que, a princípio, acabaria com o problema de rodízio e falta d´água do arquipélago. Fonte: (http://hdl.handle.net/10183/127799)

PARAÍBA

Aqui na Paraíba mais precisamente no distrito de Santa Luzia, município de Picuí, possui uma unidade demonstrativa de cultivo de hortaliças utilizando o concentrado do processo de dessalinização da água via osmose inversa, resultado de uma parceria da Agência Nacional das Águas (ANA), Governo do Estado e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

O empreendimento, orçado em mais de R$ 1 milhão, é fruto de um projeto do Laboratório de Referência em Dessalinização da UFCG – Labdes, com recursos da ANA/Governo do Estado, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq), e coordenado pelo professor Kepler Borges França.

O sistema hidropônico instalado em Picuí produz hortaliças como alface, rúcula, tomate cereja, entre outras. Estima-se que a produção atinja 5.000 pés de alface/mês. Concomitantemente a implantação da Unidade Demonstrativa, por meio de outro projeto, é realizado um monitoramento da qualidade de águas de cisternas e de outras fontes alternativas de abastecimento das comunidades, visando um diagnóstico da situação e a realização de atividades educativas, no que se refere à coleta, armazenamento e manuseio adequado da água para consumo humano.

Após conhecida a realidade local, de acordo com os aspectos socioeconômicos e de abastecimento d’água para consumo humano, são coletadas amostras de águas nas residências e nas fontes de abastecimento, para análises no laboratório, além de realizados exames epidemiológicos nas pessoas, com a intenção de se verificar a existência de doenças de veiculação hídrica. Analisando-se os resultados das observações, constata-se que o baixo grau de instrução é o principal causador da falta de educação sanitária da população, ocasionando problemas de saúde. Durante a execução dos projetos, são realizadas ações para melhoria da qualidade da água consumida pela população, através de reuniões e orientações, como também oferecidas capacitações e cursos para pessoas e técnicos da comunidade, para garantir a sustentabilidade da Unidade Demonstrativa.

Fonte: ANA/UFCG

 

ÚLTIMOS DIAS: GPS Garmin em promoção!

27/09/2017  JY  Geotecnologias