Uma Salva de Palmas para o Algodão

11/05/2016  JY  Geotecnologias

Representantes de diversos países visitaram as áreas experimentais do programa de melhoramento genético do algodoeiro da Embrapa Algodão, no último dia 7 de maio. Eles estiveram em Goiânia na semana passada, participando da 6ª Conferência Mundial de Pesquisa do Algodão, e aproveitaram a oportunidade para conhecer in loco o trabalho que vem sendo realizado pela equipe da Embrapa Algodão na sede da Embrapa Arroz e Feijão, em Santo Antônio de Goiás, GO.

Acompanhados pelo chefe-geral da Embrapa Algodão, Sebastião Barbosa, e a equipe de melhoramento genético do algodoeiro, os visitantes conheceram os campos de melhoramento, casas de vegetação e laboratório onde estão sendo selecionadas linhagens convencionais e transgênicas para resistência às principais doenças do algodoeiro nos cerrados, tais como a doença azul, ramulária, mancha angular, e nematoides, além de algodões de fibra longa e tolerantes à seca.

“Nós consideramos a produtividade, o percentual de fibra, a qualidade da fibra e a resistência às doenças e nematoides em todas as plantas e linhagens que selecionamos. O foco principal no programa para o cerrado é obter linhagens de elevada adaptação ao ambiente e sistemas de produção no cerrado, que conciliem elevado potencial produtivo, fibra de alta qualidade e resistência às principais doenças e nematoides”, informou o líder da equipe de melhoramento do algodoeiro da Embrapa, Camilo Morello.

Também foram apresentados os experimentos com as culturas de cobertura para o plantio direto do algodoeiro e espécies para rotação e sucessão de culturas como milho, sorgo, crotalária, milheto, entre outras.

No dia 5, outra comitiva composta por pesquisadores Serviço de Pesquisa Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA/ARS), da Universidade da Geórgia e representantes da Bayer também visitou a estação experimental da Embrapa Algodão, em Santo Antônio de Goiás. O grupo foi recebido pelo chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão, Flávio Breseghello, que explicou que a Embrapa Arroz e Feijão atua como uma Unidade-Hub para facilitar a condução de trabalhos em rede dentro da Empresa. “O trabalho em parceria entre as Unidades faz parte da estratégia de atuação descentralizada da Embrapa em todo o Brasil”, afirmou.

Após a visita, o pesquisador do USDA/ARS, Johnie Jenkins, referência mundial em melhoramento genético do algodão, parabenizou a Embrapa pelas instalações e pelo trabalho da equipe. “O trabalho que vocês estão fazendo vai ser muito importante para o futuro do algodão no Brasil”, declarou. E acrescentou: “Eu acredito que o Brasil tem tudo para ser líder mundial em agricultura.”

Fonte: Embrapa

Anúncios

Sobre Jana Yres

Graduação em Engenharia Agrícola-UFCG , Atuação profissional: AESA (Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba). Áreas de atuação: Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto. Aplicação de aulas de SIG e PDI , atuação nas áreas de agrometeorologia, irrigação e drenagem (zoneamentos agrícolas), trabalhos em campo com dimensionamento de áreas (Agrimensura) e Mapeamentos aplicados a projetos rurais, florestais e recursos hídricos. Gestão Ambiental - analise e consultoria. É professora de Língua Espanhola. Participa de um projeto social da UFCG, o cursinho pré-vestibular solidário.

Publicado em 12/05/2016, em Agronegócio brasileiro. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: