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CURSO BÁSICO DE USO DE DRONES NA AGRICULTURA, CAMPINA GRANDE – PB

17/10/2017  JY  Geotecnologias

blog 17-10

Olá pessoal, 

A Universidade Federal de Campina Grande promoverá entre os dias 21 e 22 de outubro de 2017, um curso básico o qual agregará um importante conhecimento profissional que estuda ou manuseia drones, especialmente os utilizados na agricultura.

Serão apresentados aulas teóricas e práticas bem como questionamentos acerca desses equipamentos. Abordando temas como tipos de drones, mercado para essa tecnologia, funcionamento, conhecimentos para utilização, regulamentação, e muito mais.

Ainda dá tempo de participar e conhecer um pouco desse encontro!

Organização:  Engenheiro Agrônomo Valdo Ribeiro; Engenheiro agrônomo Cássio Macêdo; e Graduando em agronomia João Rafael.

Apoio: Universidade Federal de Campina Grande e coordenação do curso de engenharia agrícola.

Local do curso: 

UFCG – Laboratório de informática do bloco CP, Aprígio Veloso, 882, Universitário

Campina Grande, PB 58429140

Mais informações e inscrição aqui:  CURSO DE DRONES – UFCG

BOA SORTE

Estações Totais para mais precisão!

17/10/2017  JY Geotecnologias

Terra de perigo para os ambientalistas

10/10/2017  JY  Geotecnologias

Olá todos,

Gente são impressionantes os dados! Estou falando do Brasil. O país aparece no topo do ranking internacional pelo quinto ano consecutivo. Das 200 mortes mapeadas pela Global Witness em 2016, 49 foram em solo brasileiro, onde estão em grande parte ligadas à expansão do agronegócio.

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A luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016, segundo a ONU. “A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes”, avalia a Global Witness.

Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.

A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. “Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos”, argumenta Kyte.

No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.

O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente”, afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.

A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de “liderança”. Lamentável.

 

Fonte: dw.com

CULTIVO HIDROPÔNICO DE HORTALIÇAS COM ÁGUA DESSALINIZADA – PICUÍ PARAÍBA

27/09/2017  JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Primeiramente vamos entender o que significa água dessalinizada para entrarmos nesse projeto tão importante para a comunidade do município de Picuí, no Estado paraibano.

DESSALINIZAÇÃO

Segundo informações técnicas de pesquisa, países que, no momento, não enfrentam problemas de escassez de água devem se deparar com problemas de falta de água no futuro próximo. Em função disso, e da grande oferta de água nos oceanos (água salgada), um caminho a fim de maximizar a oferta de água seria fazer uso de um processo chamado dessalinização, objeto de estudo desse trabalho, que seria utilizar-se da água salgada e/ou salobra, imprópria para consumo, reduzindo-se o teor de sal que ela contém e tornando-a potável. Dessalinizar água salgada e/ou salobra permite aumentar os recursos de água disponíveis no mundo. Processos de dessalinização podem ser categorizados em dois tipos principais: (1) processos térmicos (destilação multiestágios, destilação multiefeitos, Destilação por compressão de vapor, entre outros) e (2) processos de separação por membranas (osmose inversa, eletrodiálise, entre outros). A escolha da tecnologia é influenciada pela qualidade da fonte de água, energia demandada, custos, frequência do uso da unidade, volume de água a ser produzido, dentre outros fatores. Assim, não existe um método que seja melhor que os demais: cada um apresenta vantagens e desvantagens. Os custos para realizar o tratamento convencional da água têm aumentado em várias partes do mundo e os custos para dessalinizar têm diminuído, consequentemente a dessalinização tem se tornado mais competitiva e economicamente atraente. Alguns países dependem estritamente das tecnologias de dessalinização para obter água potável, como é o caso da Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kuwait no Oriente Médio. Os custos de produção da água dessalinizada vêm diminuindo, como resultado de avanços tecnológicos, ao mesmo tempo em que o número de plantas instaladas no mundo tem aumentado. Na Espanha, foram construídas mais de 800 plantas desde 1965, produzindo um total de 5,2 milhões de m³ de água por dia para mais de 10 milhões de pessoas. O país é o quarto que mais dessaliniza água salobra/salina do mundo, ficando atrás apenas da Arábia Saudita, Emirados Árabes, e Estados Unidos. No arquipélago de Fernando de Noronha (Brasil) se encontra a maior unidade de dessalinização do Brasil, que produz 47% de toda a água consumida pela ilha. Está em curso, um projeto para duplicar a capacidade da unidade, passando de 27 m³/h para 60 m³/h, o que, a princípio, acabaria com o problema de rodízio e falta d´água do arquipélago. Fonte: (http://hdl.handle.net/10183/127799)

PARAÍBA

Aqui na Paraíba mais precisamente no distrito de Santa Luzia, município de Picuí, possui uma unidade demonstrativa de cultivo de hortaliças utilizando o concentrado do processo de dessalinização da água via osmose inversa, resultado de uma parceria da Agência Nacional das Águas (ANA), Governo do Estado e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

O empreendimento, orçado em mais de R$ 1 milhão, é fruto de um projeto do Laboratório de Referência em Dessalinização da UFCG – Labdes, com recursos da ANA/Governo do Estado, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq), e coordenado pelo professor Kepler Borges França.

O sistema hidropônico instalado em Picuí produz hortaliças como alface, rúcula, tomate cereja, entre outras. Estima-se que a produção atinja 5.000 pés de alface/mês. Concomitantemente a implantação da Unidade Demonstrativa, por meio de outro projeto, é realizado um monitoramento da qualidade de águas de cisternas e de outras fontes alternativas de abastecimento das comunidades, visando um diagnóstico da situação e a realização de atividades educativas, no que se refere à coleta, armazenamento e manuseio adequado da água para consumo humano.

Após conhecida a realidade local, de acordo com os aspectos socioeconômicos e de abastecimento d’água para consumo humano, são coletadas amostras de águas nas residências e nas fontes de abastecimento, para análises no laboratório, além de realizados exames epidemiológicos nas pessoas, com a intenção de se verificar a existência de doenças de veiculação hídrica. Analisando-se os resultados das observações, constata-se que o baixo grau de instrução é o principal causador da falta de educação sanitária da população, ocasionando problemas de saúde. Durante a execução dos projetos, são realizadas ações para melhoria da qualidade da água consumida pela população, através de reuniões e orientações, como também oferecidas capacitações e cursos para pessoas e técnicos da comunidade, para garantir a sustentabilidade da Unidade Demonstrativa.

Fonte: ANA/UFCG

 

ÚLTIMOS DIAS: GPS Garmin em promoção!

27/09/2017  JY  Geotecnologias

 

Treinamento com o QGIS! – Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura

12/09/2017  JY  Geotecnologias

Treinamento: Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura

Olá todos,

Vamos participar desse treinamento! É perfeito para quem trabalha  com o SIG na agricultura!

Tema:  Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura

O Treinamento: Análises Geoespaciais Aplicadas à Gestão Estratégica na Agricultura, nas dependências da Faculdade de Ciências Agronômicas na Fazenda Experimental Lageado em Botucatu-SP, nos dias 18, 19 e 20 de setembro de 2017, das 19h15 às 22h15.

O evento é realizado em parceria com a FCA/Unesp, Fepaf e Fatec/Botucatu.

Programação Geral: Serão apresentados conceitos básicos relativos à Gestão Estratégica Territorial, SIG e Análises Geoespaciais. A partir de bases de dados do IBGE, serão apresentadas metodologias de classificação dos dados em ambiente SIG e também uma metodologia de análise da dinâmica espaço-temporal da agricultura, desenvolvida pela Embrapa Gestão Territorial.

Objetivo: Apresentar uma visão geral e exemplos de aplicações da análise espacial estratégica na agricultura, com atividades práticas.

Público-Alvo: Alunos de graduação dos cursos de Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Ciências Biológicas, Alunos dos Programas de Pós-Graduação em Agronomia e áreas correlatas. Profissionais relacionados a empresas de agricultura de precisão, ramo das geotecnologias e áreas correlatas.

Inscrições:

As inscrições do Treinamento podem ser feitas AQUI !

Vagas: 20

Estudante R$ 200,00
Profissional R$ 400,00

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Programação

Carga Horária: 09 horas

Gestão territorial estratégica da agricultura – uma visão geral

Conceitos básicos de Sistemas de Informações Geográficas (SIG)

Introdução às análises geoespaciais

Práticas:

  • Introdução ao software Quantum GIS (comandos básicos e projeções)
  • Prática: Obtenção de dados tabulares em bases oficiais
  • Prática: Espacialização e classificação de dados
  • Prática: Conversão de formato de arquivos e interpolação
  • Prática: Manipulação de banco de dados de atributos

Boa sorte!

 

 

Prisma Pentagonal em promoção! Aproveite!

05/09/2017  JY Geotecnologias

Estudos de observação da terra com o AMAZONIA -1 – primeiro satélite nacional

05/09/2017  JY Geotecnologias

Amazonia - 1

Olá gente,

Segundo o INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o AMAZONIA 1 irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.

Os dados gerados serão úteis para atender, ainda, outras aplicações correlatas, tais como: monitoramento da região costeira, reservatórios de água, florestas naturais e cultivadas, desastres ambientais, entre outros.

Os dados estarão disponíveis tanto para comunidade científica e órgãos governamentais quanto para usuários interessados em uma melhor compreensão do ambiente terrestre.

A Missão prevê três satélites de sensoriamento remoto: Amazonia-1, Amazonia-1B e Amazonia-2, estando o primeiro em fase final de desenvolvimento.

Além dos objetivos finalísticos associados ao provimento de dados para monitoramento do meio ambiente, a Missão tem um importante objetivo do ponto de vista tecnológico: a validação da Plataforma Multimissão PMM como sistema, que será utilizada pela primeira vez no satélite Amazonia-1.

Por fim, a Missão Amazonia irá consolidar o conhecimento do Brasil no desenvolvimento integral de uma missão espacial utilizando satélites estabilizados em 3 eixos, visto que os satélites de sensoriamento remoto anteriores foram desenvolvidos em cooperação internacional com outros países.

Essa competência global em engenharia de sistemas e em gerenciamento de projetos coloca o país em um novo patamar científico e tecnológico para missões espaciais. A partir do lançamento do satélite Amazonia-1 e da validação em voo da PMM, o Brasil terá dominado o ciclo de vida de fabricação de sistemas espaciais para satélites estabilizados em três eixos.

Isso significa autonomia para atuar em missões dessa categoria e capacitação para avançar para outros tipos de missão. Significa também a possibilidade de trabalhar em todas as etapas e em todos os subsistemas de uma missão dentro de parcerias nacionais.

Além disso, a disponibilidade de uma plataforma (PMM) qualificada em voo permitirá seu reúso em outras missões, nacionais ou em parceria internacional.

Finalmente, a indústria espacial brasileira terá ganho herança de voo nos equipamentos fabricados para o satélite, o que abre perspectivas para fornecimento a outros países e agências espaciais.

 

Financiamento do BNDES para recuperação vegetal

25/08/2017    JY  Geotecnologias

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Olá pessoal,

Produtores rurais de todos os portes e de todas as regiões do Brasil podem utilizar, a partir de hoje (21), o Canal do Desenvolvedor MPME, plataforma online que simplifica e agiliza o acesso aos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para atendimento às exigências do Código Florestal.

O gerente do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, Márcio Macedo da Costa, acredita que, como as determinações do Código Florestal devem ser seguidas por todo o Brasil, todo produtor rural, em algum momento, vai se ver diante da questão de recuperar a área e de saber se tem meios para financiar essas mudanças.

“Nosso grande objetivo é pegar essa ferramenta online que já existe e dar uma dedicação para as linhas de crédito para recuperação vegetal, desde o pequeno proprietário até o grande”.

A restauração prevista no Código Florestal será obrigatória para todo imóvel rural a partir de janeiro de 2018, após o encerramento das inscrições das propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O prazo expira no dia 31 de dezembro.

Linhas

Para projetos negociados diretamente com o BNDES, existe a linha Finem – Recuperação e Conservação de Ecossistemas e Biodiversidade (BNDES Ambiente), voltada a investimentos em projetos de restauração a partir de R$ 10 milhões.

Outras três linhas englobam projetos de financiamento negociados com agentes financeiros do BNDES, nas chamadas operações indiretas.

Uma dessas linhas é o Programa Agricultura de Baixo Carbono Ambiental (Programa ABC), destinada a produtores rurais e cooperativas de produtores que precisam de investimentos de até R$ 2,2 milhões, com prazo de pagamento de 12 anos.

Outra linha de crédito disponível é o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), na qual proprietários rurais, posseiros e arrendatários podem solicitar empréstimos de até R$ 430 mil por ano agrícola para quitação em até oito anos.

Já o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar para Restauração Ecológica (Pronaf Eco) oferece crédito de até R$ 165 mil por ano agrícola a agricultores e produtores rurais familiares pessoas físicas. O prazo de pagamento é de até 10 anos.

Os agricultores podem financiar projetos de recuperação e restauração vegetal, incluindo várias técnicas, entre as quais a cobertura da área degradada com mudas ou a condução da regeneração natural. O BNDES financia também mão de obra, viveiros de mudas, implantação de cercas, compra de máquinas e equipamentos.

 

Fonte: terra

Simpósio Latino-americano sobre Bioestimulantes na Agricultura (I SLABA) 2017

17/08/2017   JY  Geotecnologias

I Simpósio Latino-Americano sobre Bioestimulantes na Agricultura

OLÁ TODOS,

AINDA DÁ TEMPO DE ENVIAR SEU RESUMO!!!!

A Universidade Federal de Santa Catarina DIVULGA  o primeiro Simpósio Latino-americano sobre Bioestimulantes na Agricultura (I SLABA). O evento tem por objetivo impulsionar a discussão sobre uso de bioestimulantes, integrar o conhecimento técnico-científico com o setor produtivo e viabilizar o diálogo entre estes.

O evento buscará examinar as últimas tecnologias e estratégias de pesquisa sobre bioestimulantes na América Latina. Além disso, a situação e os desafios da legislação referente a estes produtos também serão abordados.

O simpósio será uma excelente oportunidade para aprender, compartilhar, discutir e envolver-se com a mais recente tecnologia de pesquisa sobre Biostimulantes na agricultura. Durante dois dias, haverá oportunidades para promover a interação com seus colegas, apresentações de estudos conduzidas por especialistas e discussões interativas de perguntas e respostas. Desta forma, espera-se fortalecer as relações entre os diferentes profissionais da área de bioestimulantes resultando no estabelecimento de redes de apoio e cooperação ativa a fim de promover o mercado de bioestimulantes no país e entre países da América-latina.

Inscrições:
De 03/07 até 30/08 (com resumo)

  • Graduandos R$ 70,00
  • Pós graduandos R$ 100,00
  • Profissionais R$ 160,00

De 01/09 até 30/10 (sem resumo)

  • Graduandos R$ 90,00
  • Pós graduandos R$ 130,00
  • Profissionais R$ 200,00

Para realizar sua inscrição e saber mais sobre o evento clique AQUI !

VAMOS NESSA E BOA SORTE!!!